NQuestões

  • Público

{"exclude_answered":null,"relations":{"filter_interest_area":[],"filter_training_area":[],"filter_course":[],"filter_company":["41667"],"filter_university":["42510"],"filter_position":[]},"count":true}
  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1681

    | Profissional básico economia

    Questão: Q123966

    Disciplina: Economia

    A empresa monopolista, para maximizar seu lucro, produz uma quantidade tal que

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1680

    | Profissional básico economia

    Questão: Q123965

    Disciplina: Economia

    A função de produção Q = min (aK, bL), onde Q = produto, K = fator capital, L = fator trabalho e a e b são parâmetros, apresenta

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1410

    | Economia

    Questão: Q123843

    Disciplina: Economia

    O Acordo de Basiléia II, relativo à regulamentação prudencial do sistema financeiro, propõe uma alocação específica de capital para a cobertura do risco operacional dos bancos. Sobre o risco operacional, pode-se afirmar que

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1409

    | Economia

    Questão: Q123841

    Disciplina: Economia

    No início da atual década houve uma mudança importante no mercado financeiro do Brasil: a criação de um "novo SPB" (Sistema de Pagamentos Brasileiro). Um objetivo primordial dessa mudança foi

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1408

    | Economia

    Questão: Q123839

    Disciplina: Economia

    Os programas federais de transferência de renda - como o Fome Zero e o Bolsa-Família - tornaram-se importantes no Brasil. A respeito deles, pode-se afirmar que

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1407

    | Economia

    Questão: Q123837

    Disciplina: Economia

    No mundo atual, de concorrência global,o ciclo de vida de muitos produtos e processos vem-se encurtando consideravelmente. Assim, é
    ERRADO
    afirmar que

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1406

    | Economia

    Questão: Q123836

    Disciplina: Economia

    Os governos no mundo inteiro atuam no mercado de crédito com o objetivo de regulação, execução da política monetária e financiamento do deficit público, e direcionamento do crédito. No Brasil, o BNDES é um Banco público que se destaca por

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1405

    | Economia

    Questão: Q123835

    Disciplina: Economia

    No modo de produção capitalista, os meios de produção são propriedade privada de uma minoria, que aufere o lucro resultante. No caso da economia solidária, o(s)

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1404

    | Economia

    Questão: Q123834

    Disciplina: Economia

    Sobre o Banco Mundial (BIRD), que é uma organização internacional, marque a afirmação
    INCORRETA
    .

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1403

    | Economia

    Questão: Q123833

    Disciplina: Economia

    Na escolha entre projetos de investimento alternativos, pode-se afirmar que

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1402

    | Economia

    Questão: Q123832

    Disciplina: Economia

    O prêmio ou preço de mercado de uma opção de venda de certo ativo

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1401

    | Economia

    Questão: Q123831

    Disciplina: Economia

    Uma pessoa investiu R$ 1000,00 no início do mês e recebeu R$ 30,00 no início de cada um dos seis meses subseqüentes. No começo do sétimo mês recebeu R$ 1050,00. A taxa de juros compostos de sua aplicação foi

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1399

    | Economia

    Questão: Q123830

    Disciplina: Economia

    Uma pessoa tem uma dívida no início do mês de R$ 120,00 e vai saldá-la integralmente, com pagamentos no início dos três meses seguintes, usando o Sistema de Amortização Constante (SAC). Os juros compostos são de 1% a. m.. Quais são os valores, em reais, dos três pagamentos?

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1396

    | Economia

    Questão: Q123826

    Disciplina: Economia

    No lançamento simultâneo de dois dados comuns, a diferença (em valor absoluto) entre os dois resultados é aleatória, tem uma distribuição de probabilidades. Se os dados forem honestos, qual é a moda dessa distribuição?

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1395

    | Economia

    Questão: Q123824

    Disciplina: Economia

    Segundo a CEPAL (Comissão Econômica para a América Latina), vários problemas justificavam um esforço de industrialização baseado em proteção aduaneira e ações estatais na América Latina. Marque a opção que
    NÃO
    foi considerada um desses problemas.

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1394

    | Economia

    Questão: Q123822

    Disciplina: Economia

    Em 1984 a inflação no Brasil atingiu percentuais acima de 200% a. a.. Alguns economistas defendiam o ponto de vista de que tal situação era causada pelo chamado "conflito distributivo". Segundo os proponentes desse diagnóstico,

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1393

    | Economia

    Questão: Q123821

    Disciplina: Economia

    O período de 1974-78 foi de adaptação da economia brasileira e mundial à enorme alta dos preços do petróleo. Nesse período houve mudanças importantes, tais como:

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1392

    | Economia

    Questão: Q123820

    Disciplina: Economia

    Assinale, entre as opções abaixo, a que
    NÃO
    corresponde a uma das principais características da política de industrialização brasileira no Pós-Guerra.

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1391

    | Economia

    Questão: Q123818

    Disciplina: Economia

    O PAEG (Plano de Ação Econômica do Governo) e as reformas implementadas em 1964 e nos anos imediatamente subseqüentes, no Brasil,

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1390

    | Economia

    Questão: Q123816

    Disciplina: Economia

    A participação intensa do setor privado, em parceria com o setor público, nos investimentos de infra-estrutura, por exemplo, depende, em grande parte, das condições listadas abaixo,
    EXCETO
    uma. Indique-a.

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1389

    | Economia

    Questão: Q123814

    Disciplina: Economia

    Uma das razões importantes para a presença do estado na economia é a existência de externalidades negativas e positivas. A esse respeito, pode-se afirmar que

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1388

    | Economia

    Questão: Q123812

    Disciplina: Economia

    A paulatina redução da dívida do setor público no Brasil, em relação ao PIB do país, tende a

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1387

    | Economia

    Questão: Q123810

    Disciplina: Economia

    No estabelecimento de um sistema tributário, o clássico Princípio da Equidade sugere que

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1385

    | Economia

    Questão: Q123805

    Disciplina: Economia

    Em termos de relações internacionais e protecionismo, os países em desenvolvimento, como o Brasil, têm interesse prioritário de

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1384

    | Economia

    Questão: Q123803

    Disciplina: Economia

    Uma face importante da chamada globalização financeira é a extraordinária expansão recente dos fluxos financeiros internacionais (sejam empréstimos, financiamentos ou investimentos em portfolio). Tal expansão

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1383

    | Economia

    Questão: Q123801

    Disciplina: Economia

    Na conta de transações correntes do balanço de pagamentos do país, entre outros itens, registram-se as(os)

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1382

    | Economia

    Questão: Q123799

    Disciplina: Economia

    O comércio internacional tem sido muito intenso entre os países industrializados, os quais têm estruturas produtivas e dotações similares de fatores de produção. Isto sugere que

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1380

    | Economia

    Questão: Q123796

    Disciplina: Economia

    Os economistas da chamada "vertente ou linha desenvolvimentista" de pensamento econômico no Brasil sugerem que a(o)

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1377

    | Economia

    Questão: Q123792

    Disciplina: Economia

    Na Teoria do Crescimento Endógeno de Lucas e outros, ao contrário de outros modelos (clássico, neoclássico, etc.),

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1376

    | Economia

    Questão: Q123790

    Disciplina: Economia

    Os residentes de certo país recebem liquidamente renda do exterior. Então, necessariamente,

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1374

    | Economia

    Questão: Q123787

    Disciplina: Economia

    A empresa monopolista, para maximizar seu lucro, produz uma quantidade tal que

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1373

    | Economia

    Questão: Q123786

    Disciplina: Economia

    A função de produção Q = min (aK, bL), onde Q = produto, K = fator capital, L = fator trabalho e a e b são parâmetros, apresenta

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1187

    | Profissional básico administração

    Questão: Q123648

    Disciplina: Língua Inglesa

    Green is the hot topic these days, and the concept
    is having an impact on the way people think about
    datacenters. Companies around the world are
    announcing ways to save energy and reduce costs by
    5 buying new hardware and services. Yet, there is little
    guidance on how you can take action to control energy
    costs. In the past, electricity has been treated as an
    overhead expense, like the cost of space. But with rising
    power costs and issues regarding reliability, supply, and
    10 capacity, electricity requires its own specific strategy.
    Projects regarding performance optimization and
    cost reduction are a part of everyday best practices in
    nearly every area of business. So why not treat energy
    cost in the same way?
    15 As Information Technologies (IT) pros, many of us
    make decisions about the configuration and setup of
    servers, the specifications on the equipment our
    organizations purchase, and the requirements for
    datacenter upgrades and construction. We even provide
    20 early design input during application development. When
    it comes to these projects, we obviously have a golden
    opportunity to be green and influence the energy
    efficiency of any datacenter.
    The first part of any strategy is to know your current
    25 energy usage. You need to know where your energy is
    used and by what specific equipment, as well as what
    usage is efficient and what is wasteful in the datacenter.
    Unfortunately, it’s rare to find power-consumption
    metering in place that can break down usage to a level
    30 where people can see the results of their actions. Most
    organizations typically only see a monthly power bill
    that rolls up consumption into an overall bottom line.
    This offers little incentive for saving energy since
    individuals never see the impact of their decisions, and
    35 there is no way for them to prove that their changes
    have actually saved energy.
    One of the first issues people confront when
    considering a green datacenter initiative is whether they
    have executive support. For the purpose of the article, I
    40 am going to assume the answer is “not yet.” Executive
    support requires a serious commitment that provides
    resources and budget for your initiative. And while there
    is a lot of talk about green datacenters, the reality is
    that there is still often a lack of serious support at the
    45 executive level. If you did already have such executive
    support, you would probably be running a green
    datacenter right now.
    Still, even assuming you are not getting the support
    you need, there is a great deal you can do to push your
    50 green datacenter initiative forward. So how do you
    determine effective actions to take in achieving your
    goals? Fortunately, energy efficiency is not a new
    concept and there is a lot that IT pros can learn from
    other industries. […]
    55 Anyway, for whichever direction you choose,
    planning an energy efficiency program for your datacenter
    will require collaboration across groups in IT. Until
    recently, the typical approach to planning IT solutions
    has been to ignore power costs early on during the design
    60 phase, focusing on the hardware and software being
    purchased, along with the labor and hosting costs of
    the solution. When power is buried in the overhead cost
    of running solutions in a datacenter, energy efficiency
    is a low priority. Exposing the actual power being
    65 consumed by solutions is the first critical step in changing
    the behavior of your organization.
    By Dave Ohara TechNet Magazine, October 2007
    The title that best summarizes the content of the article is:

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1186

    | Profissional básico administração

    Questão: Q123646

    Disciplina: Língua Inglesa

    Green is the hot topic these days, and the concept
    is having an impact on the way people think about
    datacenters. Companies around the world are
    announcing ways to save energy and reduce costs by
    5 buying new hardware and services. Yet, there is little
    guidance on how you can take action to control energy
    costs. In the past, electricity has been treated as an
    overhead expense, like the cost of space. But with rising
    power costs and issues regarding reliability, supply, and
    10 capacity, electricity requires its own specific strategy.
    Projects regarding performance optimization and
    cost reduction are a part of everyday best practices in
    nearly every area of business. So why not treat energy
    cost in the same way?
    15 As Information Technologies (IT) pros, many of us
    make decisions about the configuration and setup of
    servers, the specifications on the equipment our
    organizations purchase, and the requirements for
    datacenter upgrades and construction. We even provide
    20 early design input during application development. When
    it comes to these projects, we obviously have a golden
    opportunity to be green and influence the energy
    efficiency of any datacenter.
    The first part of any strategy is to know your current
    25 energy usage. You need to know where your energy is
    used and by what specific equipment, as well as what
    usage is efficient and what is wasteful in the datacenter.
    Unfortunately, it’s rare to find power-consumption
    metering in place that can break down usage to a level
    30 where people can see the results of their actions. Most
    organizations typically only see a monthly power bill
    that rolls up consumption into an overall bottom line.
    This offers little incentive for saving energy since
    individuals never see the impact of their decisions, and
    35 there is no way for them to prove that their changes
    have actually saved energy.
    One of the first issues people confront when
    considering a green datacenter initiative is whether they
    have executive support. For the purpose of the article, I
    40 am going to assume the answer is “not yet.” Executive
    support requires a serious commitment that provides
    resources and budget for your initiative. And while there
    is a lot of talk about green datacenters, the reality is
    that there is still often a lack of serious support at the
    45 executive level. If you did already have such executive
    support, you would probably be running a green
    datacenter right now.
    Still, even assuming you are not getting the support
    you need, there is a great deal you can do to push your
    50 green datacenter initiative forward. So how do you
    determine effective actions to take in achieving your
    goals? Fortunately, energy efficiency is not a new
    concept and there is a lot that IT pros can learn from
    other industries. […]
    55 Anyway, for whichever direction you choose,
    planning an energy efficiency program for your datacenter
    will require collaboration across groups in IT. Until
    recently, the typical approach to planning IT solutions
    has been to ignore power costs early on during the design
    60 phase, focusing on the hardware and software being
    purchased, along with the labor and hosting costs of
    the solution. When power is buried in the overhead cost
    of running solutions in a datacenter, energy efficiency
    is a low priority. Exposing the actual power being
    65 consumed by solutions is the first critical step in changing
    the behavior of your organization.
    By Dave Ohara TechNet Magazine, October 2007
    The final message of the text (lines 55-66) is that:

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1185

    | Profissional básico administração

    Questão: Q123644

    Disciplina: Língua Inglesa

    Green is the hot topic these days, and the concept
    is having an impact on the way people think about
    datacenters. Companies around the world are
    announcing ways to save energy and reduce costs by
    5 buying new hardware and services. Yet, there is little
    guidance on how you can take action to control energy
    costs. In the past, electricity has been treated as an
    overhead expense, like the cost of space. But with rising
    power costs and issues regarding reliability, supply, and
    10 capacity, electricity requires its own specific strategy.
    Projects regarding performance optimization and
    cost reduction are a part of everyday best practices in
    nearly every area of business. So why not treat energy
    cost in the same way?
    15 As Information Technologies (IT) pros, many of us
    make decisions about the configuration and setup of
    servers, the specifications on the equipment our
    organizations purchase, and the requirements for
    datacenter upgrades and construction. We even provide
    20 early design input during application development. When
    it comes to these projects, we obviously have a golden
    opportunity to be green and influence the energy
    efficiency of any datacenter.
    The first part of any strategy is to know your current
    25 energy usage. You need to know where your energy is
    used and by what specific equipment, as well as what
    usage is efficient and what is wasteful in the datacenter.
    Unfortunately, it’s rare to find power-consumption
    metering in place that can break down usage to a level
    30 where people can see the results of their actions. Most
    organizations typically only see a monthly power bill
    that rolls up consumption into an overall bottom line.
    This offers little incentive for saving energy since
    individuals never see the impact of their decisions, and
    35 there is no way for them to prove that their changes
    have actually saved energy.
    One of the first issues people confront when
    considering a green datacenter initiative is whether they
    have executive support. For the purpose of the article, I
    40 am going to assume the answer is “not yet.” Executive
    support requires a serious commitment that provides
    resources and budget for your initiative. And while there
    is a lot of talk about green datacenters, the reality is
    that there is still often a lack of serious support at the
    45 executive level. If you did already have such executive
    support, you would probably be running a green
    datacenter right now.
    Still, even assuming you are not getting the support
    you need, there is a great deal you can do to push your
    50 green datacenter initiative forward. So how do you
    determine effective actions to take in achieving your
    goals? Fortunately, energy efficiency is not a new
    concept and there is a lot that IT pros can learn from
    other industries. […]
    55 Anyway, for whichever direction you choose,
    planning an energy efficiency program for your datacenter
    will require collaboration across groups in IT. Until
    recently, the typical approach to planning IT solutions
    has been to ignore power costs early on during the design
    60 phase, focusing on the hardware and software being
    purchased, along with the labor and hosting costs of
    the solution. When power is buried in the overhead cost
    of running solutions in a datacenter, energy efficiency
    is a low priority. Exposing the actual power being
    65 consumed by solutions is the first critical step in changing
    the behavior of your organization.
    By Dave Ohara TechNet Magazine, October 2007
    If you "push your ... initiative forward" (lines 49-50) you:

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1184

    | Profissional básico administração

    Questão: Q123642

    Disciplina: Língua Inglesa

    Green is the hot topic these days, and the concept
    is having an impact on the way people think about
    datacenters. Companies around the world are
    announcing ways to save energy and reduce costs by
    5 buying new hardware and services. Yet, there is little
    guidance on how you can take action to control energy
    costs. In the past, electricity has been treated as an
    overhead expense, like the cost of space. But with rising
    power costs and issues regarding reliability, supply, and
    10 capacity, electricity requires its own specific strategy.
    Projects regarding performance optimization and
    cost reduction are a part of everyday best practices in
    nearly every area of business. So why not treat energy
    cost in the same way?
    15 As Information Technologies (IT) pros, many of us
    make decisions about the configuration and setup of
    servers, the specifications on the equipment our
    organizations purchase, and the requirements for
    datacenter upgrades and construction. We even provide
    20 early design input during application development. When
    it comes to these projects, we obviously have a golden
    opportunity to be green and influence the energy
    efficiency of any datacenter.
    The first part of any strategy is to know your current
    25 energy usage. You need to know where your energy is
    used and by what specific equipment, as well as what
    usage is efficient and what is wasteful in the datacenter.
    Unfortunately, it’s rare to find power-consumption
    metering in place that can break down usage to a level
    30 where people can see the results of their actions. Most
    organizations typically only see a monthly power bill
    that rolls up consumption into an overall bottom line.
    This offers little incentive for saving energy since
    individuals never see the impact of their decisions, and
    35 there is no way for them to prove that their changes
    have actually saved energy.
    One of the first issues people confront when
    considering a green datacenter initiative is whether they
    have executive support. For the purpose of the article, I
    40 am going to assume the answer is “not yet.” Executive
    support requires a serious commitment that provides
    resources and budget for your initiative. And while there
    is a lot of talk about green datacenters, the reality is
    that there is still often a lack of serious support at the
    45 executive level. If you did already have such executive
    support, you would probably be running a green
    datacenter right now.
    Still, even assuming you are not getting the support
    you need, there is a great deal you can do to push your
    50 green datacenter initiative forward. So how do you
    determine effective actions to take in achieving your
    goals? Fortunately, energy efficiency is not a new
    concept and there is a lot that IT pros can learn from
    other industries. […]
    55 Anyway, for whichever direction you choose,
    planning an energy efficiency program for your datacenter
    will require collaboration across groups in IT. Until
    recently, the typical approach to planning IT solutions
    has been to ignore power costs early on during the design
    60 phase, focusing on the hardware and software being
    purchased, along with the labor and hosting costs of
    the solution. When power is buried in the overhead cost
    of running solutions in a datacenter, energy efficiency
    is a low priority. Exposing the actual power being
    65 consumed by solutions is the first critical step in changing
    the behavior of your organization.
    By Dave Ohara TechNet Magazine, October 2007
    Check the correct pair of synonyms.

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1183

    | Profissional básico administração

    Questão: Q123640

    Disciplina: Língua Inglesa

    Green is the hot topic these days, and the concept
    is having an impact on the way people think about
    datacenters. Companies around the world are
    announcing ways to save energy and reduce costs by
    5 buying new hardware and services. Yet, there is little
    guidance on how you can take action to control energy
    costs. In the past, electricity has been treated as an
    overhead expense, like the cost of space. But with rising
    power costs and issues regarding reliability, supply, and
    10 capacity, electricity requires its own specific strategy.
    Projects regarding performance optimization and
    cost reduction are a part of everyday best practices in
    nearly every area of business. So why not treat energy
    cost in the same way?
    15 As Information Technologies (IT) pros, many of us
    make decisions about the configuration and setup of
    servers, the specifications on the equipment our
    organizations purchase, and the requirements for
    datacenter upgrades and construction. We even provide
    20 early design input during application development. When
    it comes to these projects, we obviously have a golden
    opportunity to be green and influence the energy
    efficiency of any datacenter.
    The first part of any strategy is to know your current
    25 energy usage. You need to know where your energy is
    used and by what specific equipment, as well as what
    usage is efficient and what is wasteful in the datacenter.
    Unfortunately, it’s rare to find power-consumption
    metering in place that can break down usage to a level
    30 where people can see the results of their actions. Most
    organizations typically only see a monthly power bill
    that rolls up consumption into an overall bottom line.
    This offers little incentive for saving energy since
    individuals never see the impact of their decisions, and
    35 there is no way for them to prove that their changes
    have actually saved energy.
    One of the first issues people confront when
    considering a green datacenter initiative is whether they
    have executive support. For the purpose of the article, I
    40 am going to assume the answer is “not yet.” Executive
    support requires a serious commitment that provides
    resources and budget for your initiative. And while there
    is a lot of talk about green datacenters, the reality is
    that there is still often a lack of serious support at the
    45 executive level. If you did already have such executive
    support, you would probably be running a green
    datacenter right now.
    Still, even assuming you are not getting the support
    you need, there is a great deal you can do to push your
    50 green datacenter initiative forward. So how do you
    determine effective actions to take in achieving your
    goals? Fortunately, energy efficiency is not a new
    concept and there is a lot that IT pros can learn from
    other industries. […]
    55 Anyway, for whichever direction you choose,
    planning an energy efficiency program for your datacenter
    will require collaboration across groups in IT. Until
    recently, the typical approach to planning IT solutions
    has been to ignore power costs early on during the design
    60 phase, focusing on the hardware and software being
    purchased, along with the labor and hosting costs of
    the solution. When power is buried in the overhead cost
    of running solutions in a datacenter, energy efficiency
    is a low priority. Exposing the actual power being
    65 consumed by solutions is the first critical step in changing
    the behavior of your organization.
    By Dave Ohara TechNet Magazine, October 2007
    The sentence in which "can" is used in the same sense as in "there is a great deal you can do to push your green datacenter initiative forward." (lines 49-50) is:

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1182

    | Profissional básico administração

    Questão: Q123638

    Disciplina: Língua Inglesa

    Green is the hot topic these days, and the concept
    is having an impact on the way people think about
    datacenters. Companies around the world are
    announcing ways to save energy and reduce costs by
    5 buying new hardware and services. Yet, there is little
    guidance on how you can take action to control energy
    costs. In the past, electricity has been treated as an
    overhead expense, like the cost of space. But with rising
    power costs and issues regarding reliability, supply, and
    10 capacity, electricity requires its own specific strategy.
    Projects regarding performance optimization and
    cost reduction are a part of everyday best practices in
    nearly every area of business. So why not treat energy
    cost in the same way?
    15 As Information Technologies (IT) pros, many of us
    make decisions about the configuration and setup of
    servers, the specifications on the equipment our
    organizations purchase, and the requirements for
    datacenter upgrades and construction. We even provide
    20 early design input during application development. When
    it comes to these projects, we obviously have a golden
    opportunity to be green and influence the energy
    efficiency of any datacenter.
    The first part of any strategy is to know your current
    25 energy usage. You need to know where your energy is
    used and by what specific equipment, as well as what
    usage is efficient and what is wasteful in the datacenter.
    Unfortunately, it’s rare to find power-consumption
    metering in place that can break down usage to a level
    30 where people can see the results of their actions. Most
    organizations typically only see a monthly power bill
    that rolls up consumption into an overall bottom line.
    This offers little incentive for saving energy since
    individuals never see the impact of their decisions, and
    35 there is no way for them to prove that their changes
    have actually saved energy.
    One of the first issues people confront when
    considering a green datacenter initiative is whether they
    have executive support. For the purpose of the article, I
    40 am going to assume the answer is “not yet.” Executive
    support requires a serious commitment that provides
    resources and budget for your initiative. And while there
    is a lot of talk about green datacenters, the reality is
    that there is still often a lack of serious support at the
    45 executive level. If you did already have such executive
    support, you would probably be running a green
    datacenter right now.
    Still, even assuming you are not getting the support
    you need, there is a great deal you can do to push your
    50 green datacenter initiative forward. So how do you
    determine effective actions to take in achieving your
    goals? Fortunately, energy efficiency is not a new
    concept and there is a lot that IT pros can learn from
    other industries. […]
    55 Anyway, for whichever direction you choose,
    planning an energy efficiency program for your datacenter
    will require collaboration across groups in IT. Until
    recently, the typical approach to planning IT solutions
    has been to ignore power costs early on during the design
    60 phase, focusing on the hardware and software being
    purchased, along with the labor and hosting costs of
    the solution. When power is buried in the overhead cost
    of running solutions in a datacenter, energy efficiency
    is a low priority. Exposing the actual power being
    65 consumed by solutions is the first critical step in changing
    the behavior of your organization.
    By Dave Ohara TechNet Magazine, October 2007
    Mark the sentence in which the idea introduced by the word in bold type is correctly described.

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1181

    | Profissional básico administração

    Questão: Q123636

    Disciplina: Língua Inglesa

    Green is the hot topic these days, and the concept
    is having an impact on the way people think about
    datacenters. Companies around the world are
    announcing ways to save energy and reduce costs by
    5 buying new hardware and services. Yet, there is little
    guidance on how you can take action to control energy
    costs. In the past, electricity has been treated as an
    overhead expense, like the cost of space. But with rising
    power costs and issues regarding reliability, supply, and
    10 capacity, electricity requires its own specific strategy.
    Projects regarding performance optimization and
    cost reduction are a part of everyday best practices in
    nearly every area of business. So why not treat energy
    cost in the same way?
    15 As Information Technologies (IT) pros, many of us
    make decisions about the configuration and setup of
    servers, the specifications on the equipment our
    organizations purchase, and the requirements for
    datacenter upgrades and construction. We even provide
    20 early design input during application development. When
    it comes to these projects, we obviously have a golden
    opportunity to be green and influence the energy
    efficiency of any datacenter.
    The first part of any strategy is to know your current
    25 energy usage. You need to know where your energy is
    used and by what specific equipment, as well as what
    usage is efficient and what is wasteful in the datacenter.
    Unfortunately, it’s rare to find power-consumption
    metering in place that can break down usage to a level
    30 where people can see the results of their actions. Most
    organizations typically only see a monthly power bill
    that rolls up consumption into an overall bottom line.
    This offers little incentive for saving energy since
    individuals never see the impact of their decisions, and
    35 there is no way for them to prove that their changes
    have actually saved energy.
    One of the first issues people confront when
    considering a green datacenter initiative is whether they
    have executive support. For the purpose of the article, I
    40 am going to assume the answer is “not yet.” Executive
    support requires a serious commitment that provides
    resources and budget for your initiative. And while there
    is a lot of talk about green datacenters, the reality is
    that there is still often a lack of serious support at the
    45 executive level. If you did already have such executive
    support, you would probably be running a green
    datacenter right now.
    Still, even assuming you are not getting the support
    you need, there is a great deal you can do to push your
    50 green datacenter initiative forward. So how do you
    determine effective actions to take in achieving your
    goals? Fortunately, energy efficiency is not a new
    concept and there is a lot that IT pros can learn from
    other industries. […]
    55 Anyway, for whichever direction you choose,
    planning an energy efficiency program for your datacenter
    will require collaboration across groups in IT. Until
    recently, the typical approach to planning IT solutions
    has been to ignore power costs early on during the design
    60 phase, focusing on the hardware and software being
    purchased, along with the labor and hosting costs of
    the solution. When power is buried in the overhead cost
    of running solutions in a datacenter, energy efficiency
    is a low priority. Exposing the actual power being
    65 consumed by solutions is the first critical step in changing
    the behavior of your organization.
    By Dave Ohara TechNet Magazine, October 2007
    In Paragraph 4, the author:

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1180

    | Profissional básico administração

    Questão: Q123634

    Disciplina: Língua Inglesa

    Green is the hot topic these days, and the concept
    is having an impact on the way people think about
    datacenters. Companies around the world are
    announcing ways to save energy and reduce costs by
    5 buying new hardware and services. Yet, there is little
    guidance on how you can take action to control energy
    costs. In the past, electricity has been treated as an
    overhead expense, like the cost of space. But with rising
    power costs and issues regarding reliability, supply, and
    10 capacity, electricity requires its own specific strategy.
    Projects regarding performance optimization and
    cost reduction are a part of everyday best practices in
    nearly every area of business. So why not treat energy
    cost in the same way?
    15 As Information Technologies (IT) pros, many of us
    make decisions about the configuration and setup of
    servers, the specifications on the equipment our
    organizations purchase, and the requirements for
    datacenter upgrades and construction. We even provide
    20 early design input during application development. When
    it comes to these projects, we obviously have a golden
    opportunity to be green and influence the energy
    efficiency of any datacenter.
    The first part of any strategy is to know your current
    25 energy usage. You need to know where your energy is
    used and by what specific equipment, as well as what
    usage is efficient and what is wasteful in the datacenter.
    Unfortunately, it’s rare to find power-consumption
    metering in place that can break down usage to a level
    30 where people can see the results of their actions. Most
    organizations typically only see a monthly power bill
    that rolls up consumption into an overall bottom line.
    This offers little incentive for saving energy since
    individuals never see the impact of their decisions, and
    35 there is no way for them to prove that their changes
    have actually saved energy.
    One of the first issues people confront when
    considering a green datacenter initiative is whether they
    have executive support. For the purpose of the article, I
    40 am going to assume the answer is “not yet.” Executive
    support requires a serious commitment that provides
    resources and budget for your initiative. And while there
    is a lot of talk about green datacenters, the reality is
    that there is still often a lack of serious support at the
    45 executive level. If you did already have such executive
    support, you would probably be running a green
    datacenter right now.
    Still, even assuming you are not getting the support
    you need, there is a great deal you can do to push your
    50 green datacenter initiative forward. So how do you
    determine effective actions to take in achieving your
    goals? Fortunately, energy efficiency is not a new
    concept and there is a lot that IT pros can learn from
    other industries. […]
    55 Anyway, for whichever direction you choose,
    planning an energy efficiency program for your datacenter
    will require collaboration across groups in IT. Until
    recently, the typical approach to planning IT solutions
    has been to ignore power costs early on during the design
    60 phase, focusing on the hardware and software being
    purchased, along with the labor and hosting costs of
    the solution. When power is buried in the overhead cost
    of running solutions in a datacenter, energy efficiency
    is a low priority. Exposing the actual power being
    65 consumed by solutions is the first critical step in changing
    the behavior of your organization.
    By Dave Ohara TechNet Magazine, October 2007
    The correct opposites for the words "hot" (line 1) and "wasteful" (line 27) as they are used in the text are, respectively:

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1179

    | Profissional básico administração

    Questão: Q123632

    Disciplina: Língua Inglesa

    Green is the hot topic these days, and the concept
    is having an impact on the way people think about
    datacenters. Companies around the world are
    announcing ways to save energy and reduce costs by
    5 buying new hardware and services. Yet, there is little
    guidance on how you can take action to control energy
    costs. In the past, electricity has been treated as an
    overhead expense, like the cost of space. But with rising
    power costs and issues regarding reliability, supply, and
    10 capacity, electricity requires its own specific strategy.
    Projects regarding performance optimization and
    cost reduction are a part of everyday best practices in
    nearly every area of business. So why not treat energy
    cost in the same way?
    15 As Information Technologies (IT) pros, many of us
    make decisions about the configuration and setup of
    servers, the specifications on the equipment our
    organizations purchase, and the requirements for
    datacenter upgrades and construction. We even provide
    20 early design input during application development. When
    it comes to these projects, we obviously have a golden
    opportunity to be green and influence the energy
    efficiency of any datacenter.
    The first part of any strategy is to know your current
    25 energy usage. You need to know where your energy is
    used and by what specific equipment, as well as what
    usage is efficient and what is wasteful in the datacenter.
    Unfortunately, it’s rare to find power-consumption
    metering in place that can break down usage to a level
    30 where people can see the results of their actions. Most
    organizations typically only see a monthly power bill
    that rolls up consumption into an overall bottom line.
    This offers little incentive for saving energy since
    individuals never see the impact of their decisions, and
    35 there is no way for them to prove that their changes
    have actually saved energy.
    One of the first issues people confront when
    considering a green datacenter initiative is whether they
    have executive support. For the purpose of the article, I
    40 am going to assume the answer is “not yet.” Executive
    support requires a serious commitment that provides
    resources and budget for your initiative. And while there
    is a lot of talk about green datacenters, the reality is
    that there is still often a lack of serious support at the
    45 executive level. If you did already have such executive
    support, you would probably be running a green
    datacenter right now.
    Still, even assuming you are not getting the support
    you need, there is a great deal you can do to push your
    50 green datacenter initiative forward. So how do you
    determine effective actions to take in achieving your
    goals? Fortunately, energy efficiency is not a new
    concept and there is a lot that IT pros can learn from
    other industries. […]
    55 Anyway, for whichever direction you choose,
    planning an energy efficiency program for your datacenter
    will require collaboration across groups in IT. Until
    recently, the typical approach to planning IT solutions
    has been to ignore power costs early on during the design
    60 phase, focusing on the hardware and software being
    purchased, along with the labor and hosting costs of
    the solution. When power is buried in the overhead cost
    of running solutions in a datacenter, energy efficiency
    is a low priority. Exposing the actual power being
    65 consumed by solutions is the first critical step in changing
    the behavior of your organization.
    By Dave Ohara TechNet Magazine, October 2007
    The main purpose of the third paragraph is to:

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 1178

    | Profissional básico administração

    Questão: Q123630

    Disciplina: Língua Inglesa

    Green is the hot topic these days, and the concept
    is having an impact on the way people think about
    datacenters. Companies around the world are
    announcing ways to save energy and reduce costs by
    5 buying new hardware and services. Yet, there is little
    guidance on how you can take action to control energy
    costs. In the past, electricity has been treated as an
    overhead expense, like the cost of space. But with rising
    power costs and issues regarding reliability, supply, and
    10 capacity, electricity requires its own specific strategy.
    Projects regarding performance optimization and
    cost reduction are a part of everyday best practices in
    nearly every area of business. So why not treat energy
    cost in the same way?
    15 As Information Technologies (IT) pros, many of us
    make decisions about the configuration and setup of
    servers, the specifications on the equipment our
    organizations purchase, and the requirements for
    datacenter upgrades and construction. We even provide
    20 early design input during application development. When
    it comes to these projects, we obviously have a golden
    opportunity to be green and influence the energy
    efficiency of any datacenter.
    The first part of any strategy is to know your current
    25 energy usage. You need to know where your energy is
    used and by what specific equipment, as well as what
    usage is efficient and what is wasteful in the datacenter.
    Unfortunately, it’s rare to find power-consumption
    metering in place that can break down usage to a level
    30 where people can see the results of their actions. Most
    organizations typically only see a monthly power bill
    that rolls up consumption into an overall bottom line.
    This offers little incentive for saving energy since
    individuals never see the impact of their decisions, and
    35 there is no way for them to prove that their changes
    have actually saved energy.
    One of the first issues people confront when
    considering a green datacenter initiative is whether they
    have executive support. For the purpose of the article, I
    40 am going to assume the answer is “not yet.” Executive
    support requires a serious commitment that provides
    resources and budget for your initiative. And while there
    is a lot of talk about green datacenters, the reality is
    that there is still often a lack of serious support at the
    45 executive level. If you did already have such executive
    support, you would probably be running a green
    datacenter right now.
    Still, even assuming you are not getting the support
    you need, there is a great deal you can do to push your
    50 green datacenter initiative forward. So how do you
    determine effective actions to take in achieving your
    goals? Fortunately, energy efficiency is not a new
    concept and there is a lot that IT pros can learn from
    other industries. […]
    55 Anyway, for whichever direction you choose,
    planning an energy efficiency program for your datacenter
    will require collaboration across groups in IT. Until
    recently, the typical approach to planning IT solutions
    has been to ignore power costs early on during the design
    60 phase, focusing on the hardware and software being
    purchased, along with the labor and hosting costs of
    the solution. When power is buried in the overhead cost
    of running solutions in a datacenter, energy efficiency
    is a low priority. Exposing the actual power being
    65 consumed by solutions is the first critical step in changing
    the behavior of your organization.
    By Dave Ohara TechNet Magazine, October 2007
    All the statements below refer to ideas expressed in the first paragraph, EXCEPT one. Mark it.

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 590

    | Profissional básico ciências contábeis

    Questão: Q123292

    Disciplina: Matemática Financeira

    Um aplicador depositou, num determinado fundo, um valor inicial de R$ 2.000,00. O valor acumulado, em reais, ao final de 24 meses, considerando juros compostos de 1% ao mês, será

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 589

    | Profissional básico ciências contábeis

    Questão: Q123290

    Disciplina: Matemática Financeira

    O valor da rentabilidade mensal, a juros simples, que permite que um investimento de R$ 1.000,00 se transforme em um montante de R$ 1.250,00 num prazo de 20 meses é

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 588

    | Profissional básico ciências contábeis

    Questão: Q123289

    Disciplina: Matemática Financeira

    Um empresário possui um capital de R$ 800.000,00 e pretende abrir uma loja de componentes de áudio e vídeo. Analisando essa alternativa, verificou que precisará investir 60% desse capital em ativo fixo e o restante, em financiamento do capital de giro, projetando para o final de 1(ano) ano uma Receita Líquida de R$ 2.000.000,00, custos totais (fixos + variáveis) de R$ 750.000,00, despesas administrativas de R$1.000.000,00 e a incidência da alíquota de 25%, a título de Imposto de Renda. Considerando-se um custo de oportunidade de 22,5% líquidos ao ano, o resultado real que o empresário deverá obter nesse ano, em reais, será

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 587

    | Profissional básico - Adminstração

    Questão: Q123287

    Disciplina: Matemática Financeira

    Um pequeno empresário está avaliando se deve ou não implantar um sistema de gestão na sua fábrica. O custo de implantação do sistema está avaliado em R$ 30.000,00, e o principal benefício esperando será uma redução de custos com estoque da ordem de R$ 1.500,00 por mês. Usando o método de análise de payback
    simples (sem atualização do valor no tempo), pode-se afirmar que o:

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 586

    | Profissional básico - Adminstração

    Questão: Q123284

    Disciplina: Matemática Financeira

    Considerando o modelo de CAPM e a realidade de um determinado país, sabe-se que a ação de uma fábrica de tratores tem um Beta de 1,50 e o custo de capital do acionista é de 17% ao ano. Sabe-se, ainda, que a poupança, que é considerada a aplicação sem risco, paga, em média, 8% ao ano, e que a Cia. de Saneamento possui um custo de capital próprio de 14% a.a.. Com base no exposto, o Beta da Cia. de Saneamento será

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 585

    | Profissional básico - Adminstração

    Questão: Q123281

    Disciplina: Matemática Financeira

    Dois títulos de renda fixa são emitidos pela mesma empresa e vencem daqui a 12 anos e com valor de face de R$ 100.000,00. O custo de capital (taxa mínima de atratividade) apropriado é de 11% ao ano para esta empresa. O primeiro tem uma taxa de cupom de 10%a.a. para pagamento anual; já o segundo título tem uma taxa de cupom de 12% a.a., mas paga seus juros semestralmente. Não havendo outras cláusulas contratuais nem inadimplência, se os dois títulos estiverem com seus preços justos espera-se que

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 584

    | Profissional básico - Adminstração

    Questão: Q123279

    Disciplina: Matemática Financeira

    Uma série de 10 anuidades de R$1 milhão pode ser usada para amortizar um determinado financiamento. Sabendo que a taxa de juros para financiamento é 1,25% ao mês, pode-se afirmar que o preço justo para pagamento à vista é:

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 583

    | Profissional básico - Adminstração

    Questão: Q123277

    Disciplina: Matemática Financeira

    Um projeto de desenvolvimento de novos processos em uma indústria requer um investimento inicial de R$1 milhão, e mais R$100 mil ao fim do primeiro ano. O resultado seria percebido somente no final do segundo ano, no valor de R$1,32 milhões. A Taxa Interna de Retorno desse projeto é de:

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 582

    | Profissional básico - Adminstração

    Questão: Q123275

    Disciplina: Matemática Financeira

    O dono de uma sapataria deseja e merece a taxa de retorno de 20% a.a.. A dívida de longo prazo da empresa (sapataria) possui um custo livre de impostos de 10%a.a.. Qual é o custo médio ponderado de capital de um investimento de R$ 50.000,00, financiado por R$ 20.000,00 do dono e o restante por dívida?

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 542

    | Comunicação Social

    Questão: Q123212

    Disciplina: Comunicação Social

    Basile (2004), no seu livro Elementos de Jornalismo Econômico, defende o ponto de vista de que o Brasil é mais unido pela língua e pelo sentimento de ser brasileiro do que por instituições. Nesse contexto, o autor

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 541

    | Comunicação Social

    Questão: Q123210

    Disciplina: Comunicação Social

    A cobertura jornalística por setores da economia

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 540

    | Comunicação Social

    Questão: Q123208

    Disciplina: Comunicação Social

    As inovações da tecnologia de informação reduziram os custos de comunicação e integraram as empresas e os mercados em escala mundial. E o mundo jornalístico funciona 24 horas por dia; sempre há acontecimentos em algum lugar. Assim, é certo afirmar que

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 539

    | Comunicação Social

    Questão: Q123206

    Disciplina: Comunicação Social

    O BNDE foi criado em 20/06/1952, pela Lei no 1628, com a incumbência de gerir o Fundo de Aparelhamento Econômico. Na década de 1980, mudou seu nome e sigla para BNDES, em vista da criação de uma diretoria para financiar projetos na área social. Pode-se afirmar, então, que o

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 538

    | Comunicação Social

    Questão: Q123203

    Disciplina: Comunicação Social

    A opinião dos monetaristas a respeito da inflação é de que esta decorre da emissão monetária excessiva por parte do governo, que é o responsável, em última instância, pela inflação. Os críticos dizem que a análise monetarista é incompleta, por várias razões. Marque, entre os itens abaixo, o que NÃO costuma ser citado como argumento pelos críticos.

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 537

    | Comunicação Social

    Questão: Q123200

    Disciplina: Comunicação Social

    A demanda por determinado produto agrícola, de oferta inelástica, aumenta substancialmente. Como conseqüência, normalmente ocorrerá um(a)

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 536

    | Comunicação Social

    Questão: Q123197

    Disciplina: Comunicação Social

    Um consultor de comunicação é contratado para desenvolver um planejamento de endomarketing
    para uma instituição financeira de grande porte. Ele explica para a diretoria que existem quatro fluxos da comunicação nas organizações: descendente, ascendente, lateral e diagonal, que é aquele que

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 535

    | Comunicação Social

    Questão: Q123195

    Disciplina: Comunicação Social

    Ao elaborar o briefing
    para um anúncio de promoção institucional, a diretoria de um importante grupo de comunicação brasileiro justificou adequadamente o objetivo da campanha argumentando sobre a necessidade de

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 533

    | Comunicação Social

    Questão: Q123192

    Disciplina: Comunicação Social

    A declaração abaixo está no site
    do BNDES e divulga um importante componente da estratégia de marketing
    da instituição.
    "Promover o desenvolvimento do País, elevando a competitividade da economia brasileira, priorizando tanto a redução de desigualdades sociais e regionais, como a manutenção e geração de empregos."
    Que componente é esse e o que ele significa?

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 532

    | Comunicação Social

    Questão: Q123191

    Disciplina: Comunicação Social

    O mix
    promocional é um conjunto de ferramentas para que sejam atingidos os objetivos especificados na estratégia de comunicação da empresa. A respeito dessas ferramentas, pode-se afirmar que a(s)

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 531

    | Comunicação Social

    Questão: Q123189

    Disciplina: Comunicação Social

    Um fabricante de veículos prepara o lançamento de um novo produto e encomenda a sua agência de propaganda uma estratégia de posicionamento específico por atributo. Seguindo essa orientação, a agência irá

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 530

    | Comunicação Social

    Questão: Q123187

    Disciplina: Comunicação Social

    Ao analisar a solicitação de crédito para uma indústria de alimentos, o gerente de um Banco questiona o proprietário a respeito do composto de marketing
    da empresa. Logo, ele se refere, especificamente,

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 529

    | Comunicação Social

    Questão: Q123185

    Disciplina: Comunicação Social

    Estratégias para gerar vendas afetam a definição do mix de comunicação e a abordagem ao consumidor. Entre elas, podem ser citadas duas estratégias como as mais utilizadas pelas empresas: push
    (pressão) e pull
    (atração). O emprego da estratégia pull
    é adequado quando

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 528

    | Comunicação Social

    Questão: Q123184

    Disciplina: Comunicação Social

    As agências de propaganda vêm sofrendo um intenso processo de modernização operacional, comercial e cultural, com destaque para a forte implementação da tecnologia da informação. Nesse contexto, um tradicional departamento tem sido suprimido nas estruturas das principais agências de propaganda. Qual é ele?

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 526

    | Comunicação Social

    Questão: Q123183

    Disciplina: Comunicação Social

    Algumas empresas usam a propaganda para a criação de demanda primária, ou seja, para a divulgação de um gênero de produto. Exemplo: os produtores de leite podem, em conjunto, fazer anúncios visando ao aumento de consumo de toda a categoria do produto. Nesse caso, os custos dos anúncios são rateados entre os membros de uma associação. A este tipo de propaganda, com o compartilhamento das despesas pelos anunciantes, dá-se o nome de propaganda

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 525

    | Comunicação Social

    Questão: Q123182

    Disciplina: Comunicação Social

    Definir e distribuir corretamente o orçamento de comunicação integrada de marketing
    de uma empresa é uma tarefa, no mínimo, complexa. O desafio é destinar a maior parte dos recursos às ferramentas mais eficazes e adequadas ao planejamento de comunicação. No caso de venda no varejo, sabe-se que os gastos com promoção de vendas do tipo desconto em uma determinada marca crescem quando o

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 524

    | Comunicação Social

    Questão: Q123181

    Disciplina: Comunicação Social

    O desenvolvimento do conceito criativo de uma campanha publicitária é um dos pontos primordiais durante o processo de criação. É consenso, entretanto, que o planejamento e a criação publicitária moderna se dão com a(o)

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 523

    | Comunicação Social

    Questão: Q123180

    Disciplina: Comunicação Social

    As principais mídias apresentam características diferentes. As vantagens e desvantagens de cada uma são levadas em conta durante a elaboração da campanha publicitária. Aspectos como credibilidade, circulação, audiência dos veículos, público atingido, tiragem, entre outros, também devem ser considerados pelos atores envolvidos no processo. Sendo assim, pode-se dizer que a utilização de mala-direta é correta quando o anunciante tem por objetivo principal

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 522

    | Comunicação Social

    Questão: Q123179

    Disciplina: Comunicação Social

    Os termos cuchê e offset
    , com relação a papel, definem

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 521

    | Comunicação Social

    Questão: Q123178

    Disciplina: Comunicação Social

    Assinale, dentre as opções abaixo, aquela em que todos os termos citados deveriam ser escritos com grifo.

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 520

    | Comunicação Social

    Questão: Q123177

    Disciplina: Comunicação Social

    Assinale, dentre as opções abaixo, a que corresponde a um texto em linguagem jornalística, no formato de lide.

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 519

    | Comunicação Social

    Questão: Q123176

    Disciplina: Comunicação Social

    Em uma edição de uma revista, a maioria dos espaços destinados a anúncios se concentra em, aproximadamente, 25% a 30% das páginas, distribuídas no

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 518

    | Comunicação Social

    Questão: Q123175

    Disciplina: Comunicação Social

    Numa página de jornal impresso, a ordem de apresentação das notícias reflete a organização por

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 517

    | Comunicação Social

    Questão: Q123173

    Disciplina: Comunicação Social

    Durante o processo de edição de um jornal impresso, os títulos das matérias são elaborados

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 516

    | Comunicação Social

    Questão: Q123171

    Disciplina: Comunicação Social

    No jargão jornalístico, o olho é um trecho de texto

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 515

    | Comunicação Social

    Questão: Q123170

    Disciplina: Comunicação Social

    Uma mesma imagem será gravada em dois arquivos diferentes, um para uso na Internet, o outro, para ser impresso. Os arquivos devem ser configurados, respectivamente, segundo os padrões:

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 514

    | Comunicação Social

    Questão: Q123168

    Disciplina: Comunicação Social

    Com relação aos elementos visuais, como foto, imagens, gráficos, etc., a prática jornalística leva a considerar que

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 513

    | Comunicação Social

    Questão: Q123167

    Disciplina: Comunicação Social

    O texto produzido pelo assessor de imprensa para um pressrelease
    tem como público alvo o(s)

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 512

    | Comunicação Social

    Questão: Q123165

    Disciplina: Comunicação Social

    A matéria que apresenta uma pessoa ao leitor, narrando detalhes de sua vida e ouvindo pessoas que o cercam, chama-se

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 511

    | Comunicação Social

    Questão: Q123164

    Disciplina: Comunicação Social

    Na concepção de Sidnei Basile, no Jornalismo Econômico, como nos demais setores da profissão, uma boa matéria deve ter

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 510

    | Comunicação Social

    Questão: Q123163

    Disciplina: Comunicação Social

    Uma empresa pública deve prestar contas de suas ações à sociedade. Além dos balanços anuais, deve também zelar por sua boa imagem. O assessor de imprensa é um dos elos de ligação com essa imagem projetada na mídia. É sua função

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 509

    | Comunicação Social

    Questão: Q123162

    Disciplina: Comunicação Social

    Na concepção de Sidnei Basile, a cobertura macroeconômica vai do geral para o particular. Isto significa que esse tipo de jornalismo tem um caráter

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 508

    | Comunicação Social

    Questão: Q123161

    Disciplina: Comunicação Social

    Num comunicado empresarial ou numa informação de caráter geral, qual a expressão correta a ser usada, quando se quer remeter o leitor, ouvinte ou espectador a um detalhamento da notícia?

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 507

    | Comunicação Social

    Questão: Q123159

    Disciplina: Comunicação Social

    No ambiente digital, é dito que a noção de tempo se desarticula no sentido de não produzir mais narrativas seqüenciais linearilizantes. Isto significa a(o)

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 506

    | Comunicação Social

    Questão: Q123158

    Disciplina: Comunicação Social

    O processo comunicativo se alicerça sobre a produção e o consumo de modelos da vida social, hoje marcada pela fugacidade de valores e desejos recriados e modificados, como representações, nos veículos de comunicação. A dinâmica dessa produção/recepção é

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 505

    | Comunicação Social

    Questão: Q123157

    Disciplina: Comunicação Social

    A comunicação exerce um papel central na vida do cidadão contemporâneo. Ele está conectado ao mundo, através da Internet, e pode exercer também o papel de crítico da própria mídia. Qual a corrente teórica da Comunicação que analisa a nova posição do receptor?

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 504

    | Comunicação Social

    Questão: Q123155

    Disciplina: Comunicação Social

    Nestor García Canclini agrupa, em quatro circuitos socioculturais, as questões relativas à passagem do nacional para o global e do público para o privado, e define um deles como "constituído pela produção simbólica escrita e visual". Esse circuito sociocultural é chamado de

  • .

    CESGRANRIO - 2008 - BNDES - 503

    | Comunicação Social

    Questão: Q123154

    Disciplina: Comunicação Social

    Entre os diferentes conceitos que balizam o campo da pesquisa e dos estudos contemporâneos da comunicação, dois se destacam no âmbito da produção de sentido num contexto relacional:

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 11166

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q90012

    Disciplina: Direito Administrativo

    Sobre os atos administrativos, assinale a afirmação correta.

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 11165

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q90011

    Disciplina: Direito Administrativo

    Constituem formas de interferência do Estado na ordem econômica:
    I - o exercício de seu poder de polícia administrativa, atuando como agente normativo e regulador da atividade econômica;
    II - a exploração direta de atividade econômica pelo Estado, atuando empresarialmente mediante pessoas que cria com tal objetivo;
    III - o fomento, mediante incentivos à iniciativa privada.
    Está(ão) correta(s):

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 11164

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q90010

    Disciplina: Direito Administrativo

    Ao tratar da concessão, permissão e autorização de serviços públicos, Maria Sylvia Zanella di Pietro ressalta que "é preciso considerar dois sentidos do vocábulo precariedade:a) de um lado, significa que o ato é revogável a qualquer tempo, por iniciativa da Administração;
    b) de outro lado, significa outorga sem prazo estabelecido e, portanto, revogável a qualquer momento pela Administração, sem direito à indenização" ( in
    Parcerias na Administração Pública: concessão, permissão franquia, terceirização e outras formas. São Paulo: Atlas, 1996)
    Tendo por referência esses dois sentidos do termo "precariedade", está correto afirmar que:

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 11163

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q90009

    Disciplina: Direito Administrativo

    Nas licitações, o exame da idoneidade jurídica, técnica e financeira dos licitantes que pretendem participar de certas e futuras concorrências de um único e mesmo empreendimento chama-se:

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 11162

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q90008

    Disciplina: Direito Administrativo

    A doutrina aponta como restrições excepcionais ao princípio da legalidade:
    I - as normas contidas nas medidas provisórias;
    II - o estado de defesa;
    III - o estado de sítio.
    Está(ão) correta(s):

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 11161

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q90007

    Disciplina: Direito Administrativo

    É exemplo de processo administrativo ablativo o que tem por objeto:

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6888

    | Técnico Administrativo

    Questão: Q90006

    Disciplina: Língua Portuguesa

    Quanta saudade!
    Houve um tempo em minha vida em que o meu
    quintal era o meu mundo. Lá estava tudo do que eu
    gostava, inclusive os meus sonhos mais íntimos, tudo
    depositado naqueles metros quadrados de pura magia.
    5 Chegava da escola e ia direto para lá. Ali eu podia sonhar,
    jogar pião, conversar com os passarinhos e com as
    árvores que abrigavam os seus ninhos, e algumas
    dessas árvores me eram muito significativas, pois tinham
    sido plantadas por mim. Quem saísse pela porta da
    10 cozinha, sob uma cobertura de telhas, dava com um
    fogão de lenha que estava sempre aceso, mantendo
    quente um bule de café e, logo após, à sua direita,
    encontrava um lindo pessegueiro, pelo qual eu subia
    no telhado e ganhava toda a cidade num único olhar.
    15 À esquerda, na outra ponta, havia um pé de araçá. Araçá
    é uma frutinha pequena, redondinha, que parece uma
    goiaba, tem a casca mais fina e até a mais doce delas é
    azedinha, mas de um azedinho fabricado por algum gnomo
    alquimista que, com certeza, sempre a regava com o seu
    20 baldinho encantado. A parreira oferecia uma sombra
    irresistível e uvas de uma doçura sem igual. Mas o xodó
    mesmo era com o meu pé de tamarindo. Frondoso,
    aconchegante, perfumado pelas flores que iam dar lugar
    a deliciosos frutos. Pendurado ali, eu era a mais feliz das
    25 criaturas. Dividia com os sabiás aqueles galhos. Bandos
    de pardais vinham nos visitar. Ágeis beija-flores, curiós,
    curruíras inquietas. Alguns pássaros comiam os
    tamarindos ainda no pé. Outros procuravam no chão os
    mais maduros. Certa vez, um pintassilgo fez um duelo
    30 musical com um canário da terra. Era como se derramassem
    notas musicais em pautas abençoadas com todas
    as claves e eu ali: espectador e ouvinte, pasmo com
    tanta beleza, fazia parte da mesma cena. Vi filhotes
    nascerem, serem alimentados, alçarem seus primeiros
    35 vôos, conquistarem os céus. Como eles, um dia, eu tive
    que voar, sair do meu quintal, ganhar as ruas, enfrentar
    desafios, conquistar espaços. Mas até hoje eu carrego
    comigo essas lembranças tão boas. Talvez por isso
    tenha escrito na letra de uma canção: “quanta saudade
    40 de rever esse cenário, do gorjeio do canário, ecoando
    na amplidão. Quanta saudade do fogão de lenha aceso,
    aquecendo bem ligeiro o jantar e o coração...”
    Revista Living News. Ano 3. n.10. dez 2003. p.20
    A opção em que a classe gramatical do "que" difere das demais é:

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6887

    | Técnico Administrativo

    Questão: Q90005

    Disciplina: Língua Portuguesa

    Quanta saudade!
    Houve um tempo em minha vida em que o meu
    quintal era o meu mundo. Lá estava tudo do que eu
    gostava, inclusive os meus sonhos mais íntimos, tudo
    depositado naqueles metros quadrados de pura magia.
    5 Chegava da escola e ia direto para lá. Ali eu podia sonhar,
    jogar pião, conversar com os passarinhos e com as
    árvores que abrigavam os seus ninhos, e algumas
    dessas árvores me eram muito significativas, pois tinham
    sido plantadas por mim. Quem saísse pela porta da
    10 cozinha, sob uma cobertura de telhas, dava com um
    fogão de lenha que estava sempre aceso, mantendo
    quente um bule de café e, logo após, à sua direita,
    encontrava um lindo pessegueiro, pelo qual eu subia
    no telhado e ganhava toda a cidade num único olhar.
    15 À esquerda, na outra ponta, havia um pé de araçá. Araçá
    é uma frutinha pequena, redondinha, que parece uma
    goiaba, tem a casca mais fina e até a mais doce delas é
    azedinha, mas de um azedinho fabricado por algum gnomo
    alquimista que, com certeza, sempre a regava com o seu
    20 baldinho encantado. A parreira oferecia uma sombra
    irresistível e uvas de uma doçura sem igual. Mas o xodó
    mesmo era com o meu pé de tamarindo. Frondoso,
    aconchegante, perfumado pelas flores que iam dar lugar
    a deliciosos frutos. Pendurado ali, eu era a mais feliz das
    25 criaturas. Dividia com os sabiás aqueles galhos. Bandos
    de pardais vinham nos visitar. Ágeis beija-flores, curiós,
    curruíras inquietas. Alguns pássaros comiam os
    tamarindos ainda no pé. Outros procuravam no chão os
    mais maduros. Certa vez, um pintassilgo fez um duelo
    30 musical com um canário da terra. Era como se derramassem
    notas musicais em pautas abençoadas com todas
    as claves e eu ali: espectador e ouvinte, pasmo com
    tanta beleza, fazia parte da mesma cena. Vi filhotes
    nascerem, serem alimentados, alçarem seus primeiros
    35 vôos, conquistarem os céus. Como eles, um dia, eu tive
    que voar, sair do meu quintal, ganhar as ruas, enfrentar
    desafios, conquistar espaços. Mas até hoje eu carrego
    comigo essas lembranças tão boas. Talvez por isso
    tenha escrito na letra de uma canção: “quanta saudade
    40 de rever esse cenário, do gorjeio do canário, ecoando
    na amplidão. Quanta saudade do fogão de lenha aceso,
    aquecendo bem ligeiro o jantar e o coração...”
    Revista Living News. Ano 3. n.10. dez 2003. p.20
    Assinale a opção em que a flexão de número do substantivo composto é feita da mesma maneira que em "beija-flores" ( l. 26 ).

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6886

    | Técnico Administrativo

    Questão: Q90004

    Disciplina: Língua Portuguesa

    Quanta saudade!
    Houve um tempo em minha vida em que o meu
    quintal era o meu mundo. Lá estava tudo do que eu
    gostava, inclusive os meus sonhos mais íntimos, tudo
    depositado naqueles metros quadrados de pura magia.
    5 Chegava da escola e ia direto para lá. Ali eu podia sonhar,
    jogar pião, conversar com os passarinhos e com as
    árvores que abrigavam os seus ninhos, e algumas
    dessas árvores me eram muito significativas, pois tinham
    sido plantadas por mim. Quem saísse pela porta da
    10 cozinha, sob uma cobertura de telhas, dava com um
    fogão de lenha que estava sempre aceso, mantendo
    quente um bule de café e, logo após, à sua direita,
    encontrava um lindo pessegueiro, pelo qual eu subia
    no telhado e ganhava toda a cidade num único olhar.
    15 À esquerda, na outra ponta, havia um pé de araçá. Araçá
    é uma frutinha pequena, redondinha, que parece uma
    goiaba, tem a casca mais fina e até a mais doce delas é
    azedinha, mas de um azedinho fabricado por algum gnomo
    alquimista que, com certeza, sempre a regava com o seu
    20 baldinho encantado. A parreira oferecia uma sombra
    irresistível e uvas de uma doçura sem igual. Mas o xodó
    mesmo era com o meu pé de tamarindo. Frondoso,
    aconchegante, perfumado pelas flores que iam dar lugar
    a deliciosos frutos. Pendurado ali, eu era a mais feliz das
    25 criaturas. Dividia com os sabiás aqueles galhos. Bandos
    de pardais vinham nos visitar. Ágeis beija-flores, curiós,
    curruíras inquietas. Alguns pássaros comiam os
    tamarindos ainda no pé. Outros procuravam no chão os
    mais maduros. Certa vez, um pintassilgo fez um duelo
    30 musical com um canário da terra. Era como se derramassem
    notas musicais em pautas abençoadas com todas
    as claves e eu ali: espectador e ouvinte, pasmo com
    tanta beleza, fazia parte da mesma cena. Vi filhotes
    nascerem, serem alimentados, alçarem seus primeiros
    35 vôos, conquistarem os céus. Como eles, um dia, eu tive
    que voar, sair do meu quintal, ganhar as ruas, enfrentar
    desafios, conquistar espaços. Mas até hoje eu carrego
    comigo essas lembranças tão boas. Talvez por isso
    tenha escrito na letra de uma canção: “quanta saudade
    40 de rever esse cenário, do gorjeio do canário, ecoando
    na amplidão. Quanta saudade do fogão de lenha aceso,
    aquecendo bem ligeiro o jantar e o coração...”
    Revista Living News. Ano 3. n.10. dez 2003. p.20
    A passagem que caracteriza um comentário reflexivo do narrador sobre o local em que brincava na infância é:

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6885

    | Técnico Administrativo

    Questão: Q90003

    Disciplina: Língua Portuguesa

    Quanta saudade!
    Houve um tempo em minha vida em que o meu
    quintal era o meu mundo. Lá estava tudo do que eu
    gostava, inclusive os meus sonhos mais íntimos, tudo
    depositado naqueles metros quadrados de pura magia.
    5 Chegava da escola e ia direto para lá. Ali eu podia sonhar,
    jogar pião, conversar com os passarinhos e com as
    árvores que abrigavam os seus ninhos, e algumas
    dessas árvores me eram muito significativas, pois tinham
    sido plantadas por mim. Quem saísse pela porta da
    10 cozinha, sob uma cobertura de telhas, dava com um
    fogão de lenha que estava sempre aceso, mantendo
    quente um bule de café e, logo após, à sua direita,
    encontrava um lindo pessegueiro, pelo qual eu subia
    no telhado e ganhava toda a cidade num único olhar.
    15 À esquerda, na outra ponta, havia um pé de araçá. Araçá
    é uma frutinha pequena, redondinha, que parece uma
    goiaba, tem a casca mais fina e até a mais doce delas é
    azedinha, mas de um azedinho fabricado por algum gnomo
    alquimista que, com certeza, sempre a regava com o seu
    20 baldinho encantado. A parreira oferecia uma sombra
    irresistível e uvas de uma doçura sem igual. Mas o xodó
    mesmo era com o meu pé de tamarindo. Frondoso,
    aconchegante, perfumado pelas flores que iam dar lugar
    a deliciosos frutos. Pendurado ali, eu era a mais feliz das
    25 criaturas. Dividia com os sabiás aqueles galhos. Bandos
    de pardais vinham nos visitar. Ágeis beija-flores, curiós,
    curruíras inquietas. Alguns pássaros comiam os
    tamarindos ainda no pé. Outros procuravam no chão os
    mais maduros. Certa vez, um pintassilgo fez um duelo
    30 musical com um canário da terra. Era como se derramassem
    notas musicais em pautas abençoadas com todas
    as claves e eu ali: espectador e ouvinte, pasmo com
    tanta beleza, fazia parte da mesma cena. Vi filhotes
    nascerem, serem alimentados, alçarem seus primeiros
    35 vôos, conquistarem os céus. Como eles, um dia, eu tive
    que voar, sair do meu quintal, ganhar as ruas, enfrentar
    desafios, conquistar espaços. Mas até hoje eu carrego
    comigo essas lembranças tão boas. Talvez por isso
    tenha escrito na letra de uma canção: “quanta saudade
    40 de rever esse cenário, do gorjeio do canário, ecoando
    na amplidão. Quanta saudade do fogão de lenha aceso,
    aquecendo bem ligeiro o jantar e o coração...”
    Revista Living News. Ano 3. n.10. dez 2003. p.20
    Indique a passagem que caracteriza maior proximidade e o contato direto da criança com o espaço físico.

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6884

    | Técnico Administrativo

    Questão: Q90002

    Disciplina: Língua Portuguesa

    O APOIO AO MAIS FRACO
    No outono, quando se vêem bandos de aves voando,
    formando um grande V no céu, indaga-se o porquê de
    voarem desta forma. Sabe-se que, quando cada ave bate
    as asas, move o ar para cima, ajudando a sustentar a ave
    5 imediatamente de trás. Ao voar em forma de V, o bando
    se beneficia com muito mais força de vôo do que uma ave
    voando sozinha.
    Pessoas que têm a mesma direção e sentido de
    comunidade podem atingir seus objetivos de forma mais
    10 rápida e fácil, pois viajam beneficiando-se de um impulso
    mútuo.
    Sempre que uma ave sai do bando, sente subitamente
    o esforço e a resistência necessários para continuar
    voando sozinha. Rapidamente, ela entra outra vez
    15 em formação para aproveitar o deslocamento de ar provocado
    pela ave que voa imediatamente à sua frente.
    Se tivéssemos o mesmo sentido, manter-nosíamos
    em formação com os que lideram o caminho para
    onde também desejamos seguir.
    20 Quando a ave líder se cansa, ela muda de posição
    dentro da formação e outra assume a liderança.
    Vale a pena nos revezarmos em tarefas difíceis, e
    isto serve tanto para as pessoas quanto para as aves que
    voam juntas. As aves de trás gritam encorajando as da
    25 frente para que mantenham a velocidade.
    Finalmente, quando uma ave fica doente ou se fere,
    duas aves saem em formação e a acompanham para
    ajudá-la e protegê-la. Ficam com ela até que consiga voar
    novamente ou morra. Só então, levantam vôo, sozinhas,
    30 ou em outra formação.
    Se tivéssemos o sentido das aves também ficaríamos
    da mesma forma um ao lado do outro para apoiar o
    mais fraco.
    LEGRAND. Códigos da vida. Soler Editora, 2004.
    Assinale a opção em que o comentário gramatical é IMPROCEDENTE .

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6883

    | Técnico Administrativo

    Questão: Q90001

    Disciplina: Língua Portuguesa

    O APOIO AO MAIS FRACO
    No outono, quando se vêem bandos de aves voando,
    formando um grande V no céu, indaga-se o porquê de
    voarem desta forma. Sabe-se que, quando cada ave bate
    as asas, move o ar para cima, ajudando a sustentar a ave
    5 imediatamente de trás. Ao voar em forma de V, o bando
    se beneficia com muito mais força de vôo do que uma ave
    voando sozinha.
    Pessoas que têm a mesma direção e sentido de
    comunidade podem atingir seus objetivos de forma mais
    10 rápida e fácil, pois viajam beneficiando-se de um impulso
    mútuo.
    Sempre que uma ave sai do bando, sente subitamente
    o esforço e a resistência necessários para continuar
    voando sozinha. Rapidamente, ela entra outra vez
    15 em formação para aproveitar o deslocamento de ar provocado
    pela ave que voa imediatamente à sua frente.
    Se tivéssemos o mesmo sentido, manter-nosíamos
    em formação com os que lideram o caminho para
    onde também desejamos seguir.
    20 Quando a ave líder se cansa, ela muda de posição
    dentro da formação e outra assume a liderança.
    Vale a pena nos revezarmos em tarefas difíceis, e
    isto serve tanto para as pessoas quanto para as aves que
    voam juntas. As aves de trás gritam encorajando as da
    25 frente para que mantenham a velocidade.
    Finalmente, quando uma ave fica doente ou se fere,
    duas aves saem em formação e a acompanham para
    ajudá-la e protegê-la. Ficam com ela até que consiga voar
    novamente ou morra. Só então, levantam vôo, sozinhas,
    30 ou em outra formação.
    Se tivéssemos o sentido das aves também ficaríamos
    da mesma forma um ao lado do outro para apoiar o
    mais fraco.
    LEGRAND. Códigos da vida. Soler Editora, 2004.
    Assinale a opção INCORRETA quanto à classe atribuída à palavra destacada.

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6882

    | Técnico Administrativo

    Questão: Q90000

    Disciplina: Língua Portuguesa

    O APOIO AO MAIS FRACO
    No outono, quando se vêem bandos de aves voando,
    formando um grande V no céu, indaga-se o porquê de
    voarem desta forma. Sabe-se que, quando cada ave bate
    as asas, move o ar para cima, ajudando a sustentar a ave
    5 imediatamente de trás. Ao voar em forma de V, o bando
    se beneficia com muito mais força de vôo do que uma ave
    voando sozinha.
    Pessoas que têm a mesma direção e sentido de
    comunidade podem atingir seus objetivos de forma mais
    10 rápida e fácil, pois viajam beneficiando-se de um impulso
    mútuo.
    Sempre que uma ave sai do bando, sente subitamente
    o esforço e a resistência necessários para continuar
    voando sozinha. Rapidamente, ela entra outra vez
    15 em formação para aproveitar o deslocamento de ar provocado
    pela ave que voa imediatamente à sua frente.
    Se tivéssemos o mesmo sentido, manter-nosíamos
    em formação com os que lideram o caminho para
    onde também desejamos seguir.
    20 Quando a ave líder se cansa, ela muda de posição
    dentro da formação e outra assume a liderança.
    Vale a pena nos revezarmos em tarefas difíceis, e
    isto serve tanto para as pessoas quanto para as aves que
    voam juntas. As aves de trás gritam encorajando as da
    25 frente para que mantenham a velocidade.
    Finalmente, quando uma ave fica doente ou se fere,
    duas aves saem em formação e a acompanham para
    ajudá-la e protegê-la. Ficam com ela até que consiga voar
    novamente ou morra. Só então, levantam vôo, sozinhas,
    30 ou em outra formação.
    Se tivéssemos o sentido das aves também ficaríamos
    da mesma forma um ao lado do outro para apoiar o
    mais fraco.
    LEGRAND. Códigos da vida. Soler Editora, 2004.
    Na passagem “Ao voar em forma de V,” (l. 5), a oração reduzida expressa a idéia de:

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6881

    | Técnico Administrativo

    Questão: Q89999

    Disciplina: Língua Portuguesa

    O APOIO AO MAIS FRACO
    No outono, quando se vêem bandos de aves voando,
    formando um grande V no céu, indaga-se o porquê de
    voarem desta forma. Sabe-se que, quando cada ave bate
    as asas, move o ar para cima, ajudando a sustentar a ave
    5 imediatamente de trás. Ao voar em forma de V, o bando
    se beneficia com muito mais força de vôo do que uma ave
    voando sozinha.
    Pessoas que têm a mesma direção e sentido de
    comunidade podem atingir seus objetivos de forma mais
    10 rápida e fácil, pois viajam beneficiando-se de um impulso
    mútuo.
    Sempre que uma ave sai do bando, sente subitamente
    o esforço e a resistência necessários para continuar
    voando sozinha. Rapidamente, ela entra outra vez
    15 em formação para aproveitar o deslocamento de ar provocado
    pela ave que voa imediatamente à sua frente.
    Se tivéssemos o mesmo sentido, manter-nosíamos
    em formação com os que lideram o caminho para
    onde também desejamos seguir.
    20 Quando a ave líder se cansa, ela muda de posição
    dentro da formação e outra assume a liderança.
    Vale a pena nos revezarmos em tarefas difíceis, e
    isto serve tanto para as pessoas quanto para as aves que
    voam juntas. As aves de trás gritam encorajando as da
    25 frente para que mantenham a velocidade.
    Finalmente, quando uma ave fica doente ou se fere,
    duas aves saem em formação e a acompanham para
    ajudá-la e protegê-la. Ficam com ela até que consiga voar
    novamente ou morra. Só então, levantam vôo, sozinhas,
    30 ou em outra formação.
    Se tivéssemos o sentido das aves também ficaríamos
    da mesma forma um ao lado do outro para apoiar o
    mais fraco.
    LEGRAND. Códigos da vida. Soler Editora, 2004.
    Quanto ao que é focalizado nos parágrafos indicados abaixo, assinale a opção que apresenta ERRO.

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6880

    | Técnico Administrativo

    Questão: Q89998

    Disciplina: Língua Portuguesa

    O APOIO AO MAIS FRACO
    No outono, quando se vêem bandos de aves voando,
    formando um grande V no céu, indaga-se o porquê de
    voarem desta forma. Sabe-se que, quando cada ave bate
    as asas, move o ar para cima, ajudando a sustentar a ave
    5 imediatamente de trás. Ao voar em forma de V, o bando
    se beneficia com muito mais força de vôo do que uma ave
    voando sozinha.
    Pessoas que têm a mesma direção e sentido de
    comunidade podem atingir seus objetivos de forma mais
    10 rápida e fácil, pois viajam beneficiando-se de um impulso
    mútuo.
    Sempre que uma ave sai do bando, sente subitamente
    o esforço e a resistência necessários para continuar
    voando sozinha. Rapidamente, ela entra outra vez
    15 em formação para aproveitar o deslocamento de ar provocado
    pela ave que voa imediatamente à sua frente.
    Se tivéssemos o mesmo sentido, manter-nosíamos
    em formação com os que lideram o caminho para
    onde também desejamos seguir.
    20 Quando a ave líder se cansa, ela muda de posição
    dentro da formação e outra assume a liderança.
    Vale a pena nos revezarmos em tarefas difíceis, e
    isto serve tanto para as pessoas quanto para as aves que
    voam juntas. As aves de trás gritam encorajando as da
    25 frente para que mantenham a velocidade.
    Finalmente, quando uma ave fica doente ou se fere,
    duas aves saem em formação e a acompanham para
    ajudá-la e protegê-la. Ficam com ela até que consiga voar
    novamente ou morra. Só então, levantam vôo, sozinhas,
    30 ou em outra formação.
    Se tivéssemos o sentido das aves também ficaríamos
    da mesma forma um ao lado do outro para apoiar o
    mais fraco.
    LEGRAND. Códigos da vida. Soler Editora, 2004.
    A finalidade do Texto quanto à relação estabelecida entre as aves e os seres humanos é:

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6879

    | Técnico Administrativo

    Questão: Q89997

    Disciplina: Língua Portuguesa

    O APOIO AO MAIS FRACO
    No outono, quando se vêem bandos de aves voando,
    formando um grande V no céu, indaga-se o porquê de
    voarem desta forma. Sabe-se que, quando cada ave bate
    as asas, move o ar para cima, ajudando a sustentar a ave
    5 imediatamente de trás. Ao voar em forma de V, o bando
    se beneficia com muito mais força de vôo do que uma ave
    voando sozinha.
    Pessoas que têm a mesma direção e sentido de
    comunidade podem atingir seus objetivos de forma mais
    10 rápida e fácil, pois viajam beneficiando-se de um impulso
    mútuo.
    Sempre que uma ave sai do bando, sente subitamente
    o esforço e a resistência necessários para continuar
    voando sozinha. Rapidamente, ela entra outra vez
    15 em formação para aproveitar o deslocamento de ar provocado
    pela ave que voa imediatamente à sua frente.
    Se tivéssemos o mesmo sentido, manter-nosíamos
    em formação com os que lideram o caminho para
    onde também desejamos seguir.
    20 Quando a ave líder se cansa, ela muda de posição
    dentro da formação e outra assume a liderança.
    Vale a pena nos revezarmos em tarefas difíceis, e
    isto serve tanto para as pessoas quanto para as aves que
    voam juntas. As aves de trás gritam encorajando as da
    25 frente para que mantenham a velocidade.
    Finalmente, quando uma ave fica doente ou se fere,
    duas aves saem em formação e a acompanham para
    ajudá-la e protegê-la. Ficam com ela até que consiga voar
    novamente ou morra. Só então, levantam vôo, sozinhas,
    30 ou em outra formação.
    Se tivéssemos o sentido das aves também ficaríamos
    da mesma forma um ao lado do outro para apoiar o
    mais fraco.
    LEGRAND. Códigos da vida. Soler Editora, 2004.
    O deslocamento do ar provocado pela forma como as aves voam em bando:

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6858

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q89996

    Disciplina: Língua Portuguesa

    O valor das coisas
    Nada aproxima mais a economia da meteorologia
    que a dificuldade em explicar o valor das coisas, em
    particular o preço das ações de uma empresa. Ambas as
    disciplinas têm de lidar com fenômenos cujo comporta-
    5 mento futuro exige uma assustadora imprevisibilidade.
    Ambas ensejam belíssimas aplicações de sistemas
    dinâmicos não lineares e estocásticos, coisas que o
    leitor provavelmente não conhece, mas pode se interessar
    em saber que essas técnicas às vezes aparecem com
    10 denominações como “teoria do caos” ou “matemática das
    catástrofes”, que não são inteiramente injustas como
    objeto de estudo tanto da economia quanto da
    meteorologia. Mas é com alegria que podemos informar
    que há método nessa loucura e que a economia pode
    15 dizer-nos muitas coisas importantes sobre o valor de uma
    empresa, embora não o suficiente para fazer dos economistas
    bons conselheiros para investimentos nas bolsas.
    Uma primeira lei fundamental nesse domínio é que
    o preço de qualquer coisa durável depende do futuro ou,
    20 mais precisamente, do que as pessoas pensam sobre o
    futuro. Uma empresa deve valer, de acordo com esse
    postulado, o equivalente à expectativa média sobre seu
    fluxo futuro de lucros. Parece simples, mas as confusões
    em torno desse tema são infindáveis.
    Gustavo Franco
    Indique a opção em que os substantivos derivados dos verbos abaixo são grafados, respectivamente, com Ç e SS, como os derivados de "aproximar" e "interessar".

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6857

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q89995

    Disciplina: Língua Portuguesa

    O valor das coisas
    Nada aproxima mais a economia da meteorologia
    que a dificuldade em explicar o valor das coisas, em
    particular o preço das ações de uma empresa. Ambas as
    disciplinas têm de lidar com fenômenos cujo comporta-
    5 mento futuro exige uma assustadora imprevisibilidade.
    Ambas ensejam belíssimas aplicações de sistemas
    dinâmicos não lineares e estocásticos, coisas que o
    leitor provavelmente não conhece, mas pode se interessar
    em saber que essas técnicas às vezes aparecem com
    10 denominações como “teoria do caos” ou “matemática das
    catástrofes”, que não são inteiramente injustas como
    objeto de estudo tanto da economia quanto da
    meteorologia. Mas é com alegria que podemos informar
    que há método nessa loucura e que a economia pode
    15 dizer-nos muitas coisas importantes sobre o valor de uma
    empresa, embora não o suficiente para fazer dos economistas
    bons conselheiros para investimentos nas bolsas.
    Uma primeira lei fundamental nesse domínio é que
    o preço de qualquer coisa durável depende do futuro ou,
    20 mais precisamente, do que as pessoas pensam sobre o
    futuro. Uma empresa deve valer, de acordo com esse
    postulado, o equivalente à expectativa média sobre seu
    fluxo futuro de lucros. Parece simples, mas as confusões
    em torno desse tema são infindáveis.
    Gustavo Franco
    Assinale a passagem que NÃO constitui uma oração, pois o elemento destacado não é conectivo.

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6856

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q89994

    Disciplina: Língua Portuguesa

    O valor das coisas
    Nada aproxima mais a economia da meteorologia
    que a dificuldade em explicar o valor das coisas, em
    particular o preço das ações de uma empresa. Ambas as
    disciplinas têm de lidar com fenômenos cujo comporta-
    5 mento futuro exige uma assustadora imprevisibilidade.
    Ambas ensejam belíssimas aplicações de sistemas
    dinâmicos não lineares e estocásticos, coisas que o
    leitor provavelmente não conhece, mas pode se interessar
    em saber que essas técnicas às vezes aparecem com
    10 denominações como “teoria do caos” ou “matemática das
    catástrofes”, que não são inteiramente injustas como
    objeto de estudo tanto da economia quanto da
    meteorologia. Mas é com alegria que podemos informar
    que há método nessa loucura e que a economia pode
    15 dizer-nos muitas coisas importantes sobre o valor de uma
    empresa, embora não o suficiente para fazer dos economistas
    bons conselheiros para investimentos nas bolsas.
    Uma primeira lei fundamental nesse domínio é que
    o preço de qualquer coisa durável depende do futuro ou,
    20 mais precisamente, do que as pessoas pensam sobre o
    futuro. Uma empresa deve valer, de acordo com esse
    postulado, o equivalente à expectativa média sobre seu
    fluxo futuro de lucros. Parece simples, mas as confusões
    em torno desse tema são infindáveis.
    Gustavo Franco
    "Uma primeira lei fundamental nesse domínio é que o preço de qualquer coisa durável depende do futuro ou, mais precisamente, do que as pessoas pensam sobre o futuro." (l. 18-21) Reescrevendo o período acima, o sentido se mantém em:

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6855

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q89993

    Disciplina: Língua Portuguesa

    O valor das coisas
    Nada aproxima mais a economia da meteorologia
    que a dificuldade em explicar o valor das coisas, em
    particular o preço das ações de uma empresa. Ambas as
    disciplinas têm de lidar com fenômenos cujo comporta-
    5 mento futuro exige uma assustadora imprevisibilidade.
    Ambas ensejam belíssimas aplicações de sistemas
    dinâmicos não lineares e estocásticos, coisas que o
    leitor provavelmente não conhece, mas pode se interessar
    em saber que essas técnicas às vezes aparecem com
    10 denominações como “teoria do caos” ou “matemática das
    catástrofes”, que não são inteiramente injustas como
    objeto de estudo tanto da economia quanto da
    meteorologia. Mas é com alegria que podemos informar
    que há método nessa loucura e que a economia pode
    15 dizer-nos muitas coisas importantes sobre o valor de uma
    empresa, embora não o suficiente para fazer dos economistas
    bons conselheiros para investimentos nas bolsas.
    Uma primeira lei fundamental nesse domínio é que
    o preço de qualquer coisa durável depende do futuro ou,
    20 mais precisamente, do que as pessoas pensam sobre o
    futuro. Uma empresa deve valer, de acordo com esse
    postulado, o equivalente à expectativa média sobre seu
    fluxo futuro de lucros. Parece simples, mas as confusões
    em torno desse tema são infindáveis.
    Gustavo Franco
    Num enfoque econômico, o valor das coisas duráveis é estimado segundo critérios:

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6854

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q89992

    Disciplina: Língua Portuguesa

    O valor das coisas
    Nada aproxima mais a economia da meteorologia
    que a dificuldade em explicar o valor das coisas, em
    particular o preço das ações de uma empresa. Ambas as
    disciplinas têm de lidar com fenômenos cujo comporta-
    5 mento futuro exige uma assustadora imprevisibilidade.
    Ambas ensejam belíssimas aplicações de sistemas
    dinâmicos não lineares e estocásticos, coisas que o
    leitor provavelmente não conhece, mas pode se interessar
    em saber que essas técnicas às vezes aparecem com
    10 denominações como “teoria do caos” ou “matemática das
    catástrofes”, que não são inteiramente injustas como
    objeto de estudo tanto da economia quanto da
    meteorologia. Mas é com alegria que podemos informar
    que há método nessa loucura e que a economia pode
    15 dizer-nos muitas coisas importantes sobre o valor de uma
    empresa, embora não o suficiente para fazer dos economistas
    bons conselheiros para investimentos nas bolsas.
    Uma primeira lei fundamental nesse domínio é que
    o preço de qualquer coisa durável depende do futuro ou,
    20 mais precisamente, do que as pessoas pensam sobre o
    futuro. Uma empresa deve valer, de acordo com esse
    postulado, o equivalente à expectativa média sobre seu
    fluxo futuro de lucros. Parece simples, mas as confusões
    em torno desse tema são infindáveis.
    Gustavo Franco
    A relação de sentido estabelecida entre a economia e a meteorologia justifica-se porque ambas lidam com a:

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6853

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q89991

    Disciplina: Língua Portuguesa

    Já se foi o tempo em que separar a emoção
    da razão era considerado fator indispensável para o
    sucesso dos negócios. Hoje, essa visão começa a
    perder força, já que as empresas passaram a ver no
    5 potencial humano o diferencial para o negócio. E como é
    possível separar o homem dos sentimentos? “Exigir isso
    é o mesmo que tentar deslocar nossa cabeça do resto
    do corpo. O que é preciso é saber gerenciar e dosar bem
    as duas medidas, como em tudo na vida”, afirma Maria
    10 Carlota Boabaid, pedagoga e mestra em Administração
    de Empresas, que atua na área de Gestão de Pessoas.
    Com uma visão ampla sobre o tema emoção e trabalho,
    Maria Carlota afirma ainda que a emoção não é berço ou
    privilégio apenas da área. É inerente e insumo do ser
    15 humano, está presente em todos os lugares e influencia
    a motivação das pessoas. “Talvez a gestão das questões
    comportamentais, sim, deva ser tratada pelo RH. Mas,
    comportamento é uma das expressões da emoção”,
    complementa. Patrícia Bispo (adaptado)
    Quanto ao uso da vírgula nos trechos abaixo, assinale a opção que apresenta justificativa de emprego INCORRETA.

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6852

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q89990

    Disciplina: Língua Portuguesa

    Já se foi o tempo em que separar a emoção
    da razão era considerado fator indispensável para o
    sucesso dos negócios. Hoje, essa visão começa a
    perder força, já que as empresas passaram a ver no
    5 potencial humano o diferencial para o negócio. E como é
    possível separar o homem dos sentimentos? “Exigir isso
    é o mesmo que tentar deslocar nossa cabeça do resto
    do corpo. O que é preciso é saber gerenciar e dosar bem
    as duas medidas, como em tudo na vida”, afirma Maria
    10 Carlota Boabaid, pedagoga e mestra em Administração
    de Empresas, que atua na área de Gestão de Pessoas.
    Com uma visão ampla sobre o tema emoção e trabalho,
    Maria Carlota afirma ainda que a emoção não é berço ou
    privilégio apenas da área. É inerente e insumo do ser
    15 humano, está presente em todos os lugares e influencia
    a motivação das pessoas. “Talvez a gestão das questões
    comportamentais, sim, deva ser tratada pelo RH. Mas,
    comportamento é uma das expressões da emoção”,
    complementa. Patrícia Bispo (adaptado)
    Em "Com uma visão ampla sobre o tema emoção e trabalho," (l. 12), o valor semântico da preposição destacada na circunstância que introduz, em relação ao contexto em que se insere, é de:

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6851

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q89989

    Disciplina: Língua Portuguesa

    Já se foi o tempo em que separar a emoção
    da razão era considerado fator indispensável para o
    sucesso dos negócios. Hoje, essa visão começa a
    perder força, já que as empresas passaram a ver no
    5 potencial humano o diferencial para o negócio. E como é
    possível separar o homem dos sentimentos? “Exigir isso
    é o mesmo que tentar deslocar nossa cabeça do resto
    do corpo. O que é preciso é saber gerenciar e dosar bem
    as duas medidas, como em tudo na vida”, afirma Maria
    10 Carlota Boabaid, pedagoga e mestra em Administração
    de Empresas, que atua na área de Gestão de Pessoas.
    Com uma visão ampla sobre o tema emoção e trabalho,
    Maria Carlota afirma ainda que a emoção não é berço ou
    privilégio apenas da área. É inerente e insumo do ser
    15 humano, está presente em todos os lugares e influencia
    a motivação das pessoas. “Talvez a gestão das questões
    comportamentais, sim, deva ser tratada pelo RH. Mas,
    comportamento é uma das expressões da emoção”,
    complementa. Patrícia Bispo (adaptado)
    Assinale a opção em que as formas verbais NÃO constituem uma locução.

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6850

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q89988

    Disciplina: Língua Portuguesa

    Já se foi o tempo em que separar a emoção
    da razão era considerado fator indispensável para o
    sucesso dos negócios. Hoje, essa visão começa a
    perder força, já que as empresas passaram a ver no
    5 potencial humano o diferencial para o negócio. E como é
    possível separar o homem dos sentimentos? “Exigir isso
    é o mesmo que tentar deslocar nossa cabeça do resto
    do corpo. O que é preciso é saber gerenciar e dosar bem
    as duas medidas, como em tudo na vida”, afirma Maria
    10 Carlota Boabaid, pedagoga e mestra em Administração
    de Empresas, que atua na área de Gestão de Pessoas.
    Com uma visão ampla sobre o tema emoção e trabalho,
    Maria Carlota afirma ainda que a emoção não é berço ou
    privilégio apenas da área. É inerente e insumo do ser
    15 humano, está presente em todos os lugares e influencia
    a motivação das pessoas. “Talvez a gestão das questões
    comportamentais, sim, deva ser tratada pelo RH. Mas,
    comportamento é uma das expressões da emoção”,
    complementa. Patrícia Bispo (adaptado)
    O Texto NÃO apresenta uma das idéias abaixo. Qual?

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6849

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q89987

    Disciplina: Língua Portuguesa

    Já se foi o tempo em que separar a emoção
    da razão era considerado fator indispensável para o
    sucesso dos negócios. Hoje, essa visão começa a
    perder força, já que as empresas passaram a ver no
    5 potencial humano o diferencial para o negócio. E como é
    possível separar o homem dos sentimentos? “Exigir isso
    é o mesmo que tentar deslocar nossa cabeça do resto
    do corpo. O que é preciso é saber gerenciar e dosar bem
    as duas medidas, como em tudo na vida”, afirma Maria
    10 Carlota Boabaid, pedagoga e mestra em Administração
    de Empresas, que atua na área de Gestão de Pessoas.
    Com uma visão ampla sobre o tema emoção e trabalho,
    Maria Carlota afirma ainda que a emoção não é berço ou
    privilégio apenas da área. É inerente e insumo do ser
    15 humano, está presente em todos os lugares e influencia
    a motivação das pessoas. “Talvez a gestão das questões
    comportamentais, sim, deva ser tratada pelo RH. Mas,
    comportamento é uma das expressões da emoção”,
    complementa. Patrícia Bispo (adaptado)
    O sentido do "berço ou privilégio" (l. 13-14), no contexto em que se insere, é:

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6848

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q89986

    Disciplina: Língua Portuguesa

    Faça diferente todos os dias!
    Criatividade no dicionário quer dizer “ver-se, ter
    coragem para empreender”. Não seria isso que falta
    hoje a todos nós nas empresas? Que mundo corporativo
    é este em que vivemos, onde milhares de cursos, pales-
    5 tras, seminários e até congressos são realizados, “tematizando”
    a criatividade; ilustrando o perfil do profissional
    moderno como sendo possuidor, entre outros, de
    criatividade para “batalhar” o seu trabalho?
    Aliás, essa é a questão de muitas palestras que
    10 estão acontecendo neste exato momento. “O que você
    fez de diferente no dia de hoje em seu ambiente de trabalho?”.
    Mas se criar é a capacidade de dar origem, tirar do
    nada, imaginando, inventando novas idéias, como fazer
    isto acontecer sem ousadia? Sem coragem para empre-
    15 ender?
    Não é fácil ser criativo. Não é fácil ter uma idéia
    em que ninguém ainda pensou. E quando “dá o click”
    é
    preciso correr, pois já dizia o poeta que o tempo não pára
    e se demorar outro terá a mesma idéia e, sendo mais
    20 rápido que você, terá “todos os méritos da invenção”.
    Aí, para criar algo novo — de novo — será desanimador.
    ..................................................................................................................................
    Criatividade não pode ser considerada um dom.
    Todos nós somos criativos. Afinal, quando crianças, como
    aprendemos a desenhar nossos rabiscos? Ninguém nos
    25 ensina. Simplesmente desenhamos o que achamos que
    devemos desenhar, pois ainda não possuímos padrões
    estabelecidos. E é isso que falta em nós, quando adultos.
    Deixamos de criar. Nos apegamos aos padrões que
    nos impedem de crescer, ampliar e inovar.
    ..................................................................................................................................
    30 Agora, se todos nós somos, por essência, criativos,
    por que não ousamos também? Devíamos ousar mais
    nas nossas idéias. Não ter medo de ouvir “não”. Acreditar
    naquilo que nossa voz interior diz ( todos somos um
    pouco “esquizofrênicos” e ouvimos uma voz no nosso
    35 íntimo ). Ousar a acreditar. Acreditar em nós. Em nosso
    potencial.
    Daniel Stur. (adaptado)
    A preposição NÃO constitui caso de regência em uma das opções. Indique-a.

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6847

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q89985

    Disciplina: Língua Portuguesa

    Faça diferente todos os dias!
    Criatividade no dicionário quer dizer “ver-se, ter
    coragem para empreender”. Não seria isso que falta
    hoje a todos nós nas empresas? Que mundo corporativo
    é este em que vivemos, onde milhares de cursos, pales-
    5 tras, seminários e até congressos são realizados, “tematizando”
    a criatividade; ilustrando o perfil do profissional
    moderno como sendo possuidor, entre outros, de
    criatividade para “batalhar” o seu trabalho?
    Aliás, essa é a questão de muitas palestras que
    10 estão acontecendo neste exato momento. “O que você
    fez de diferente no dia de hoje em seu ambiente de trabalho?”.
    Mas se criar é a capacidade de dar origem, tirar do
    nada, imaginando, inventando novas idéias, como fazer
    isto acontecer sem ousadia? Sem coragem para empre-
    15 ender?
    Não é fácil ser criativo. Não é fácil ter uma idéia
    em que ninguém ainda pensou. E quando “dá o click”
    é
    preciso correr, pois já dizia o poeta que o tempo não pára
    e se demorar outro terá a mesma idéia e, sendo mais
    20 rápido que você, terá “todos os méritos da invenção”.
    Aí, para criar algo novo — de novo — será desanimador.
    ..................................................................................................................................
    Criatividade não pode ser considerada um dom.
    Todos nós somos criativos. Afinal, quando crianças, como
    aprendemos a desenhar nossos rabiscos? Ninguém nos
    25 ensina. Simplesmente desenhamos o que achamos que
    devemos desenhar, pois ainda não possuímos padrões
    estabelecidos. E é isso que falta em nós, quando adultos.
    Deixamos de criar. Nos apegamos aos padrões que
    nos impedem de crescer, ampliar e inovar.
    ..................................................................................................................................
    30 Agora, se todos nós somos, por essência, criativos,
    por que não ousamos também? Devíamos ousar mais
    nas nossas idéias. Não ter medo de ouvir “não”. Acreditar
    naquilo que nossa voz interior diz ( todos somos um
    pouco “esquizofrênicos” e ouvimos uma voz no nosso
    35 íntimo ). Ousar a acreditar. Acreditar em nós. Em nosso
    potencial.
    Daniel Stur. (adaptado)
    Transpondo a frase Faça diferente todos os dias! para a 2ª pessoa do singular do imperativo negativo, teremos a forma verbal:

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6846

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q89984

    Disciplina: Língua Portuguesa

    Faça diferente todos os dias!
    Criatividade no dicionário quer dizer “ver-se, ter
    coragem para empreender”. Não seria isso que falta
    hoje a todos nós nas empresas? Que mundo corporativo
    é este em que vivemos, onde milhares de cursos, pales-
    5 tras, seminários e até congressos são realizados, “tematizando”
    a criatividade; ilustrando o perfil do profissional
    moderno como sendo possuidor, entre outros, de
    criatividade para “batalhar” o seu trabalho?
    Aliás, essa é a questão de muitas palestras que
    10 estão acontecendo neste exato momento. “O que você
    fez de diferente no dia de hoje em seu ambiente de trabalho?”.
    Mas se criar é a capacidade de dar origem, tirar do
    nada, imaginando, inventando novas idéias, como fazer
    isto acontecer sem ousadia? Sem coragem para empre-
    15 ender?
    Não é fácil ser criativo. Não é fácil ter uma idéia
    em que ninguém ainda pensou. E quando “dá o click”
    é
    preciso correr, pois já dizia o poeta que o tempo não pára
    e se demorar outro terá a mesma idéia e, sendo mais
    20 rápido que você, terá “todos os méritos da invenção”.
    Aí, para criar algo novo — de novo — será desanimador.
    ..................................................................................................................................
    Criatividade não pode ser considerada um dom.
    Todos nós somos criativos. Afinal, quando crianças, como
    aprendemos a desenhar nossos rabiscos? Ninguém nos
    25 ensina. Simplesmente desenhamos o que achamos que
    devemos desenhar, pois ainda não possuímos padrões
    estabelecidos. E é isso que falta em nós, quando adultos.
    Deixamos de criar. Nos apegamos aos padrões que
    nos impedem de crescer, ampliar e inovar.
    ..................................................................................................................................
    30 Agora, se todos nós somos, por essência, criativos,
    por que não ousamos também? Devíamos ousar mais
    nas nossas idéias. Não ter medo de ouvir “não”. Acreditar
    naquilo que nossa voz interior diz ( todos somos um
    pouco “esquizofrênicos” e ouvimos uma voz no nosso
    35 íntimo ). Ousar a acreditar. Acreditar em nós. Em nosso
    potencial.
    Daniel Stur. (adaptado)
    Assinale a opção em que o sentido se mantém quando se reescrevem os períodos “Deixamos de criar. Nos apegamos aos padrões que nos impedem de crescer, ampliar e inovar.” (l. 28-29) em um só período.

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6845

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q89983

    Disciplina: Língua Portuguesa

    Faça diferente todos os dias!
    Criatividade no dicionário quer dizer “ver-se, ter
    coragem para empreender”. Não seria isso que falta
    hoje a todos nós nas empresas? Que mundo corporativo
    é este em que vivemos, onde milhares de cursos, pales-
    5 tras, seminários e até congressos são realizados, “tematizando”
    a criatividade; ilustrando o perfil do profissional
    moderno como sendo possuidor, entre outros, de
    criatividade para “batalhar” o seu trabalho?
    Aliás, essa é a questão de muitas palestras que
    10 estão acontecendo neste exato momento. “O que você
    fez de diferente no dia de hoje em seu ambiente de trabalho?”.
    Mas se criar é a capacidade de dar origem, tirar do
    nada, imaginando, inventando novas idéias, como fazer
    isto acontecer sem ousadia? Sem coragem para empre-
    15 ender?
    Não é fácil ser criativo. Não é fácil ter uma idéia
    em que ninguém ainda pensou. E quando “dá o click”
    é
    preciso correr, pois já dizia o poeta que o tempo não pára
    e se demorar outro terá a mesma idéia e, sendo mais
    20 rápido que você, terá “todos os méritos da invenção”.
    Aí, para criar algo novo — de novo — será desanimador.
    ..................................................................................................................................
    Criatividade não pode ser considerada um dom.
    Todos nós somos criativos. Afinal, quando crianças, como
    aprendemos a desenhar nossos rabiscos? Ninguém nos
    25 ensina. Simplesmente desenhamos o que achamos que
    devemos desenhar, pois ainda não possuímos padrões
    estabelecidos. E é isso que falta em nós, quando adultos.
    Deixamos de criar. Nos apegamos aos padrões que
    nos impedem de crescer, ampliar e inovar.
    ..................................................................................................................................
    30 Agora, se todos nós somos, por essência, criativos,
    por que não ousamos também? Devíamos ousar mais
    nas nossas idéias. Não ter medo de ouvir “não”. Acreditar
    naquilo que nossa voz interior diz ( todos somos um
    pouco “esquizofrênicos” e ouvimos uma voz no nosso
    35 íntimo ). Ousar a acreditar. Acreditar em nós. Em nosso
    potencial.
    Daniel Stur. (adaptado)
    As palavras em destaque pertencem à mesma classe gramatical, EXCETO na opção:

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6844

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q89982

    Disciplina: Língua Portuguesa

    Faça diferente todos os dias!
    Criatividade no dicionário quer dizer “ver-se, ter
    coragem para empreender”. Não seria isso que falta
    hoje a todos nós nas empresas? Que mundo corporativo
    é este em que vivemos, onde milhares de cursos, pales-
    5 tras, seminários e até congressos são realizados, “tematizando”
    a criatividade; ilustrando o perfil do profissional
    moderno como sendo possuidor, entre outros, de
    criatividade para “batalhar” o seu trabalho?
    Aliás, essa é a questão de muitas palestras que
    10 estão acontecendo neste exato momento. “O que você
    fez de diferente no dia de hoje em seu ambiente de trabalho?”.
    Mas se criar é a capacidade de dar origem, tirar do
    nada, imaginando, inventando novas idéias, como fazer
    isto acontecer sem ousadia? Sem coragem para empre-
    15 ender?
    Não é fácil ser criativo. Não é fácil ter uma idéia
    em que ninguém ainda pensou. E quando “dá o click”
    é
    preciso correr, pois já dizia o poeta que o tempo não pára
    e se demorar outro terá a mesma idéia e, sendo mais
    20 rápido que você, terá “todos os méritos da invenção”.
    Aí, para criar algo novo — de novo — será desanimador.
    ..................................................................................................................................
    Criatividade não pode ser considerada um dom.
    Todos nós somos criativos. Afinal, quando crianças, como
    aprendemos a desenhar nossos rabiscos? Ninguém nos
    25 ensina. Simplesmente desenhamos o que achamos que
    devemos desenhar, pois ainda não possuímos padrões
    estabelecidos. E é isso que falta em nós, quando adultos.
    Deixamos de criar. Nos apegamos aos padrões que
    nos impedem de crescer, ampliar e inovar.
    ..................................................................................................................................
    30 Agora, se todos nós somos, por essência, criativos,
    por que não ousamos também? Devíamos ousar mais
    nas nossas idéias. Não ter medo de ouvir “não”. Acreditar
    naquilo que nossa voz interior diz ( todos somos um
    pouco “esquizofrênicos” e ouvimos uma voz no nosso
    35 íntimo ). Ousar a acreditar. Acreditar em nós. Em nosso
    potencial.
    Daniel Stur. (adaptado)
    Assinale a opção em que os vocábulos NÃO são acentuados graficamente pela mesma regra.

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6843

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q89981

    Disciplina: Língua Portuguesa

    Faça diferente todos os dias!
    Criatividade no dicionário quer dizer “ver-se, ter
    coragem para empreender”. Não seria isso que falta
    hoje a todos nós nas empresas? Que mundo corporativo
    é este em que vivemos, onde milhares de cursos, pales-
    5 tras, seminários e até congressos são realizados, “tematizando”
    a criatividade; ilustrando o perfil do profissional
    moderno como sendo possuidor, entre outros, de
    criatividade para “batalhar” o seu trabalho?
    Aliás, essa é a questão de muitas palestras que
    10 estão acontecendo neste exato momento. “O que você
    fez de diferente no dia de hoje em seu ambiente de trabalho?”.
    Mas se criar é a capacidade de dar origem, tirar do
    nada, imaginando, inventando novas idéias, como fazer
    isto acontecer sem ousadia? Sem coragem para empre-
    15 ender?
    Não é fácil ser criativo. Não é fácil ter uma idéia
    em que ninguém ainda pensou. E quando “dá o click”
    é
    preciso correr, pois já dizia o poeta que o tempo não pára
    e se demorar outro terá a mesma idéia e, sendo mais
    20 rápido que você, terá “todos os méritos da invenção”.
    Aí, para criar algo novo — de novo — será desanimador.
    ..................................................................................................................................
    Criatividade não pode ser considerada um dom.
    Todos nós somos criativos. Afinal, quando crianças, como
    aprendemos a desenhar nossos rabiscos? Ninguém nos
    25 ensina. Simplesmente desenhamos o que achamos que
    devemos desenhar, pois ainda não possuímos padrões
    estabelecidos. E é isso que falta em nós, quando adultos.
    Deixamos de criar. Nos apegamos aos padrões que
    nos impedem de crescer, ampliar e inovar.
    ..................................................................................................................................
    30 Agora, se todos nós somos, por essência, criativos,
    por que não ousamos também? Devíamos ousar mais
    nas nossas idéias. Não ter medo de ouvir “não”. Acreditar
    naquilo que nossa voz interior diz ( todos somos um
    pouco “esquizofrênicos” e ouvimos uma voz no nosso
    35 íntimo ). Ousar a acreditar. Acreditar em nós. Em nosso
    potencial.
    Daniel Stur. (adaptado)
    O sentido da expressão destacada na passagem "como sendo possuidor," (l. 7) é:

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6842

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q89980

    Disciplina: Língua Portuguesa

    Faça diferente todos os dias!
    Criatividade no dicionário quer dizer “ver-se, ter
    coragem para empreender”. Não seria isso que falta
    hoje a todos nós nas empresas? Que mundo corporativo
    é este em que vivemos, onde milhares de cursos, pales-
    5 tras, seminários e até congressos são realizados, “tematizando”
    a criatividade; ilustrando o perfil do profissional
    moderno como sendo possuidor, entre outros, de
    criatividade para “batalhar” o seu trabalho?
    Aliás, essa é a questão de muitas palestras que
    10 estão acontecendo neste exato momento. “O que você
    fez de diferente no dia de hoje em seu ambiente de trabalho?”.
    Mas se criar é a capacidade de dar origem, tirar do
    nada, imaginando, inventando novas idéias, como fazer
    isto acontecer sem ousadia? Sem coragem para empre-
    15 ender?
    Não é fácil ser criativo. Não é fácil ter uma idéia
    em que ninguém ainda pensou. E quando “dá o click”
    é
    preciso correr, pois já dizia o poeta que o tempo não pára
    e se demorar outro terá a mesma idéia e, sendo mais
    20 rápido que você, terá “todos os méritos da invenção”.
    Aí, para criar algo novo — de novo — será desanimador.
    ..................................................................................................................................
    Criatividade não pode ser considerada um dom.
    Todos nós somos criativos. Afinal, quando crianças, como
    aprendemos a desenhar nossos rabiscos? Ninguém nos
    25 ensina. Simplesmente desenhamos o que achamos que
    devemos desenhar, pois ainda não possuímos padrões
    estabelecidos. E é isso que falta em nós, quando adultos.
    Deixamos de criar. Nos apegamos aos padrões que
    nos impedem de crescer, ampliar e inovar.
    ..................................................................................................................................
    30 Agora, se todos nós somos, por essência, criativos,
    por que não ousamos também? Devíamos ousar mais
    nas nossas idéias. Não ter medo de ouvir “não”. Acreditar
    naquilo que nossa voz interior diz ( todos somos um
    pouco “esquizofrênicos” e ouvimos uma voz no nosso
    35 íntimo ). Ousar a acreditar. Acreditar em nós. Em nosso
    potencial.
    Daniel Stur. (adaptado)
    Considere as idéias apresentadas no Texto e, em seguida, assinale a opção cuja seqüência corresponde à ordem em que elas aparecem no texto.
    I - O ser humano precisa acreditar em si, não temer a recusa.
    II - Criar é a capacidade de originar, o que implica ousadia.
    III - Os valores consagrados socialmente inibem a criatividade no ser humano.
    A seqüência correta é:

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6841

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q89979

    Disciplina: Língua Portuguesa

    Faça diferente todos os dias!
    Criatividade no dicionário quer dizer “ver-se, ter
    coragem para empreender”. Não seria isso que falta
    hoje a todos nós nas empresas? Que mundo corporativo
    é este em que vivemos, onde milhares de cursos, pales-
    5 tras, seminários e até congressos são realizados, “tematizando”
    a criatividade; ilustrando o perfil do profissional
    moderno como sendo possuidor, entre outros, de
    criatividade para “batalhar” o seu trabalho?
    Aliás, essa é a questão de muitas palestras que
    10 estão acontecendo neste exato momento. “O que você
    fez de diferente no dia de hoje em seu ambiente de trabalho?”.
    Mas se criar é a capacidade de dar origem, tirar do
    nada, imaginando, inventando novas idéias, como fazer
    isto acontecer sem ousadia? Sem coragem para empre-
    15 ender?
    Não é fácil ser criativo. Não é fácil ter uma idéia
    em que ninguém ainda pensou. E quando “dá o click”
    é
    preciso correr, pois já dizia o poeta que o tempo não pára
    e se demorar outro terá a mesma idéia e, sendo mais
    20 rápido que você, terá “todos os méritos da invenção”.
    Aí, para criar algo novo — de novo — será desanimador.
    ..................................................................................................................................
    Criatividade não pode ser considerada um dom.
    Todos nós somos criativos. Afinal, quando crianças, como
    aprendemos a desenhar nossos rabiscos? Ninguém nos
    25 ensina. Simplesmente desenhamos o que achamos que
    devemos desenhar, pois ainda não possuímos padrões
    estabelecidos. E é isso que falta em nós, quando adultos.
    Deixamos de criar. Nos apegamos aos padrões que
    nos impedem de crescer, ampliar e inovar.
    ..................................................................................................................................
    30 Agora, se todos nós somos, por essência, criativos,
    por que não ousamos também? Devíamos ousar mais
    nas nossas idéias. Não ter medo de ouvir “não”. Acreditar
    naquilo que nossa voz interior diz ( todos somos um
    pouco “esquizofrênicos” e ouvimos uma voz no nosso
    35 íntimo ). Ousar a acreditar. Acreditar em nós. Em nosso
    potencial.
    Daniel Stur. (adaptado)
    O valor semântico da expressão entre travessões em "Aí, para criar algo novo - de novo - será desanimador." (l. 21) é:

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6840

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q89978

    Disciplina: Língua Portuguesa

    Faça diferente todos os dias!
    Criatividade no dicionário quer dizer “ver-se, ter
    coragem para empreender”. Não seria isso que falta
    hoje a todos nós nas empresas? Que mundo corporativo
    é este em que vivemos, onde milhares de cursos, pales-
    5 tras, seminários e até congressos são realizados, “tematizando”
    a criatividade; ilustrando o perfil do profissional
    moderno como sendo possuidor, entre outros, de
    criatividade para “batalhar” o seu trabalho?
    Aliás, essa é a questão de muitas palestras que
    10 estão acontecendo neste exato momento. “O que você
    fez de diferente no dia de hoje em seu ambiente de trabalho?”.
    Mas se criar é a capacidade de dar origem, tirar do
    nada, imaginando, inventando novas idéias, como fazer
    isto acontecer sem ousadia? Sem coragem para empre-
    15 ender?
    Não é fácil ser criativo. Não é fácil ter uma idéia
    em que ninguém ainda pensou. E quando “dá o click”
    é
    preciso correr, pois já dizia o poeta que o tempo não pára
    e se demorar outro terá a mesma idéia e, sendo mais
    20 rápido que você, terá “todos os méritos da invenção”.
    Aí, para criar algo novo — de novo — será desanimador.
    ..................................................................................................................................
    Criatividade não pode ser considerada um dom.
    Todos nós somos criativos. Afinal, quando crianças, como
    aprendemos a desenhar nossos rabiscos? Ninguém nos
    25 ensina. Simplesmente desenhamos o que achamos que
    devemos desenhar, pois ainda não possuímos padrões
    estabelecidos. E é isso que falta em nós, quando adultos.
    Deixamos de criar. Nos apegamos aos padrões que
    nos impedem de crescer, ampliar e inovar.
    ..................................................................................................................................
    30 Agora, se todos nós somos, por essência, criativos,
    por que não ousamos também? Devíamos ousar mais
    nas nossas idéias. Não ter medo de ouvir “não”. Acreditar
    naquilo que nossa voz interior diz ( todos somos um
    pouco “esquizofrênicos” e ouvimos uma voz no nosso
    35 íntimo ). Ousar a acreditar. Acreditar em nós. Em nosso
    potencial.
    Daniel Stur. (adaptado)
    Em relação à criatividade humana, é INCORRETO afirmar que:

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6839

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q89977

    Disciplina: Língua Portuguesa

    Faça diferente todos os dias!
    Criatividade no dicionário quer dizer “ver-se, ter
    coragem para empreender”. Não seria isso que falta
    hoje a todos nós nas empresas? Que mundo corporativo
    é este em que vivemos, onde milhares de cursos, pales-
    5 tras, seminários e até congressos são realizados, “tematizando”
    a criatividade; ilustrando o perfil do profissional
    moderno como sendo possuidor, entre outros, de
    criatividade para “batalhar” o seu trabalho?
    Aliás, essa é a questão de muitas palestras que
    10 estão acontecendo neste exato momento. “O que você
    fez de diferente no dia de hoje em seu ambiente de trabalho?”.
    Mas se criar é a capacidade de dar origem, tirar do
    nada, imaginando, inventando novas idéias, como fazer
    isto acontecer sem ousadia? Sem coragem para empre-
    15 ender?
    Não é fácil ser criativo. Não é fácil ter uma idéia
    em que ninguém ainda pensou. E quando “dá o click”
    é
    preciso correr, pois já dizia o poeta que o tempo não pára
    e se demorar outro terá a mesma idéia e, sendo mais
    20 rápido que você, terá “todos os méritos da invenção”.
    Aí, para criar algo novo — de novo — será desanimador.
    ..................................................................................................................................
    Criatividade não pode ser considerada um dom.
    Todos nós somos criativos. Afinal, quando crianças, como
    aprendemos a desenhar nossos rabiscos? Ninguém nos
    25 ensina. Simplesmente desenhamos o que achamos que
    devemos desenhar, pois ainda não possuímos padrões
    estabelecidos. E é isso que falta em nós, quando adultos.
    Deixamos de criar. Nos apegamos aos padrões que
    nos impedem de crescer, ampliar e inovar.
    ..................................................................................................................................
    30 Agora, se todos nós somos, por essência, criativos,
    por que não ousamos também? Devíamos ousar mais
    nas nossas idéias. Não ter medo de ouvir “não”. Acreditar
    naquilo que nossa voz interior diz ( todos somos um
    pouco “esquizofrênicos” e ouvimos uma voz no nosso
    35 íntimo ). Ousar a acreditar. Acreditar em nós. Em nosso
    potencial.
    Daniel Stur. (adaptado)
    No 1° parágrafo do Texto, os valores semânticos dos questionamentos feitos são, respectivamente:

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6635

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q89976

    Disciplina: Direito Processual Civil

    João ajuíza ação ordinária contra Manoel pleiteando que lhe seja entregue um quadro antigo e raro, que seria de sua propriedade, estando irregularmente sob a posse de Manoel. Após contestada a ação e antes de ser proferida sentença, Manoel vende o quadro objeto do litígio a Caio. Caio, por sua vez, constitui advogado, que requer a substituição processual de Manuel para seu cliente, Caio. João não concorda com esse requerimento, formula impugnação direta e pleiteia o desentranhamento e devolução ao signatário da petição do advogado de Caio. O que deverá ocorrer, tendo em vista as disposições do Código de Processo Civil e a não-concordância da parte contrária com a substituição requerida?

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6634

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q89975

    Disciplina: Direito Processual Civil

    João ajuizou uma ação contra Manoel alegando que seu carro fora abalroado pelo carro do réu. Em contestação, Manoel afirma que a versão apresentada pelo autor não é verdadeira, e que o veículo de sua propriedade é que fora atingido pelo veículo do autor, verdadeiro causador do acidente. Sobre a hipótese narrada, indique a afirmação correta.

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6633

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q89974

    Disciplina: Direito Processual Civil

    Analise as seguintes hipóteses:
    I - contra a parte não unânime de acórdão proferido no julgamento de apelação cuja unanimidade fora parcial;
    II - contra acórdão não unânime que julga improcedente o pedido em ação rescisória;
    III - contra acórdão não unânime, proferido no julgamento de apelação que contém apenas matéria de preliminar processual;
    IV - contra acórdão não unânime que julga o mérito da lide ao dar provimento à apelação interposta contra sentença terminativa
    Considerando presentes os demais pressupostos dos embargos infringentes, a(s) hipótese(s) em que é possível a utilização do referido recurso é(são):

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6632

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q89973

    Disciplina: Direito Processual Civil

    A concessão de tutela jurisdicional cautelar que afinal se verificar imprópria pode gerar, para o demandante, responsabilidade pelos danos indevidamente causados ao demandado. Mesmo considerando-se a responsabilidade Processual Civil um instituto autônomo em relação à Responsabilidade Civil, é forçoso reconhecer alguns conceitos comuns, como, exemplificativamente, a Responsabilidade Subjetiva e Objetiva. Tendo em vista a sumariedade da cognição exercida no processo cautelar, a responsabilidade por danos indevidamente causados ao demandado é questão de elevada importância. Assinale a opção que, relativamente à efetivação de medida cautelar concedida Inaudita Altera Parte
    , apresenta um caso em que a responsabilidade processual do demandante é subjetiva.

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 6631

    | Direito - 1ª fase

    Questão: Q89972

    Disciplina: Direito Processual Civil

    Considerando "Ação Monitória" e "Procedimento Monitório" como sinônimos, é correto afirmar que:

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 5495

    | Profissional Básico - Direito

    Questão: Q89958

    Disciplina: Direito Processual Civil

    João ajuíza ação ordinária contra Manoel pleiteando que lhe seja entregue um quadro antigo e raro, que seria de sua propriedade, estando irregularmente sob a posse de Manoel. Após contestada a ação e antes de ser proferida sentença, Manoel vende o quadro objeto do litígio a Caio. Caio, por sua vez, constitui advogado, que requer a substituição processual de Manuel para seu cliente, Caio. João não concorda com esse requerimento, formula impugnação direta e pleiteia o desentranhamento e devolução ao signatário da petição do advogado de Caio. O que deverá ocorrer, tendo em vista as disposições do Código de Processo Civil e a não-concordância da parte contrária com a substituição requerida?

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 5494

    | Profissional Básico - Direito

    Questão: Q89957

    Disciplina: Direito Processual Civil

    João ajuizou uma ação contra Manoel alegando que seu carro fora abalroado pelo carro do réu. Em contestação, Manoel afirma que a versão apresentada pelo autor não é verdadeira, e que o veículo de sua propriedade é que fora atingido pelo veículo do autor, verdadeiro causador do acidente. Sobre a hipótese narrada, indique a afirmação correta.

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 5493

    | Profissional Básico - Direito

    Questão: Q89956

    Disciplina: Direito Processual Civil

    Ao promover uma execução, o Banco "Y" consegue realizar a penhora de um imóvel comercial de propriedade do devedor, que é uma pessoa física. Sobre a situação descrita, assinale a afirmação "INCORRETA".

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 5492

    | Profissional Básico - Direito

    Questão: Q89955

    Disciplina: Direito Processual Civil

    Analise as seguintes hipóteses:
    I - contra a parte não unânime de acórdão proferido no julgamento de apelação cuja unanimidade fora parcial;
    II - contra acórdão não unânime que julga improcedente o pedido em ação rescisória;
    III - contra acórdão não unânime, proferido no julgamento de apelação que contém apenas matéria de preliminar processual;
    IV - contra acórdão não unânime que julga o mérito da lide ao dar provimento à apelação interposta contra sentença terminativa. Considerando presentes os demais pressupostos dos embargos infringentes, a(s) hipótese(s) em que é possível a utilização do referido recurso é(são):

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 5491

    | Profissional Básico - Direito

    Questão: Q89954

    Disciplina: Direito Processual Civil

    A concessão de tutela jurisdicional cautelar que afinal se verificar imprópria pode gerar, para o demandante, responsabilidade pelos danos indevidamente causados ao demandado. Mesmo considerando-se a responsabilidade Processual Civil um instituto autônomo em relação à Responsabilidade Civil, é forçoso reconhecer alguns conceitos comuns, como, exemplificativamente, a Responsabilidade Subjetiva e Objetiva. Tendo em vista a sumariedade da cognição exercida no processo cautelar, a responsabilidade por danos indevidamente causados ao demandado é questão de elevada importância. Assinale a opção que, relativamente à efetivação de medida cautelar concedida "Inaudita Altera Parte", apresenta um caso em que a responsabilidade processual do demandante é subjetiva.

  • .

    CESGRANRIO - 2006 - BNDES - 5490

    | Profissional Básico - Direito

    Questão: Q89953

    Disciplina: Direito Processual Civil

    Considerando "Ação Monitória" e "Procedimento Monitório" como sinônimos, é correto afirmar que: